Reencontrando O Policial
O tempo passou, eu me formei em neurologia, estava na residencia hospitalar, em um hospital publico, e de tudo o que via acontecendo de errado, chegava a me perguntar se havia feito as escolhas certas.
Estava morando com minha tia e 2 primos, na zona oeste, porém ali o padrão de vida mais caro, e todos nos trabalhávamos muito,
A tia abriu um quiosque de lanches na praia e um dos primo a ajudava junto com a namorada, eu sou alto 1,80, peludão bem ruiviinho, olhos cor de mel (pois uso lentes de grau).
Eu que ja sou quieto, ficava em estado letárgico, minha tia o repreendia com os olhos ou um gesto, as vezes eu sorria pro primo, ele é um bom amigo e torcia por mim...
...muitas noites podia sentir meu policial em meu corpo, sentia o que fizemos naquela pequena casa de 1°andar na favela, seu membro meio envergado pra cima entrando em meu corpo, enquanto ele suportava uma dor que devia ser monstruosa, ao nos amarmos.
Nessas noites acordava e me masturbar 2 ou 3 vezes se mostrava pouco para aplacar meu desejo, por aquele homem..
O via saindo na ambulância se passando por socorrista, lembrava dele tentando sorri ao entrar, lembro da expressão em seu rosto,
Depois o lembro de farda no quartel que dei esclarecimentos, ao superior tanto ele como eu contamos o básico ele evitou troca de olhares eu "entendi",
Mas nos poucos instantes que o olhei, o tempo parava, e voltava constantemente nessas cenas pois meus olhos tropeçaram em seu volume, peitoral, sua feição máscula, e com traços finos, me embriagavam, aquele Macho sabia amar outro Macho,
Por fim acreditei que o seu superior comprou a mera história do socorro prestado por um estudante de medicina...
O segredo foi garantido por eles pois ainda moravamos ali na comunidade.
Havia sido muito difícil ficar sem ele, não entendia por que ele nunca me procurou... eu tinha certeza que ele também havia vivido algo extraordinário!
Eu havia nesse meio tempo me relacionado com um pastor evangélico que ja falecerá,
Definitivamente eu não estava bem, Em um fim de semana o chefe da segurança me chamou para me informar que soube de 2 caras perguntado por mim dando as minhas descrições,
Um dos homens havia perguntado por mim no estacionamento, o outro ao redor do hospital,
Bem, como não ando devendo, pensei será algum parente? Lembrei da favela... alguém de lá?
Quando saí de lá do hospital no sábado senti que me seguiam, andei rápido e falei alto ao celular alguma coisa para ver se amedrontava aquelas sombras,
Meu carro é um caidinho pois sou só um residente, mas ele corre bem, voei, relatei a segurança, falaram que eu devia prestar queixa,.
O problema era que eu não fazia ideia do que fosse aquilo, dai um dos seguranças com o qual havia me deitado durante as madrugadas de plantão, conseguiu umas fotos, das câmeras de segurança,
E mesmo olhando eu não conheciam nem um nem outro... Eram homens fortes jovens, um moreno claro e um brancão... logo descobriria.
Saia eu das 6 as 7 da manhã do hospital, era uma manhã fria, 'sempre' parava em um bar no caminho e comprava coisas pro café com minha tia e primos, e a cunhada,
Quando voltava pro carro os dois homens me cercaram, seus rostos nada expressava, senti medo, e fui erguendo as mãos com o pacote comprado...
_calma calma
Disse o brancão, completando:
_por enquanto só queremos conversa.
Meu carro ficou la, e 'pediram' que eu fosse com eles,
Um deles me mostrou documento de policial, me falaram que era sobre o 'Fulano', então percebi a semelhança de um dos rapazes com ele,
_Vc é irmão dele?
Perguntei fungindo do seu olhar , ele disse:
_sim
Eles tentavam perceber algo das minhas palavras, indicações de algo que eu tenta-se esconder...
_vc tem visto ele?
Antes que o brancão da policia conseguisse acabar a frase fui enfantico:
_Não, há 5 anos não o vejo!
Pareceram não acreditar, a conversa ficava tensa, até que o irmão perguntou:
_ O que aconteceu naquela favela... o que rolou?
_Foi drogas... o que vc fez com ele?
Notei um tom meio de desespero, ele serrara os punhos, e os cantos de seus lábios formavam um arco para baixo.
_Para ai, eu não os conheço, conheci o 'Fulano' em um momento difícil pra ele, me arrisquei... Arrisquei minha vida e da minha família por um estranho.
Falei parando de andar.
_ Desculpa falou o brancão.... sabemos disso...
O irmãos interviu:
_Sabemos oque?...
_...o que eu sei é que meu irmão nunca mais foi o mesmo... está que nem um maluco e tudo começou lá naquela favela...
Perceberam pelas minhas reações que eu não sabia do que se tratava, procuramos outro lugar e sentamos...
Então o jovem homem moreno me relatou que ele desfizera o noivado com a bela moça, sumia sempre, durante um tempo,
Depois parou de sumir e começou a beber e sair com muitas mulheres... não lembrava o militar centrado que eles conheceram,
_e eu onde entro?
Vocês não estariam aqui por intuição?
Lhes perguntei ,
_ Quando ele sumia a uns 2 anos atrás descobrimos que te procurava...
Fiquei com a cara estatelada...
_me procurava?!... Falei pausadamente,
_Nunca soube disso...
A informação ne deixou confuso!
_ia até o hospital aonde você trabalhava e te olhava de longe...
_ Imprimiu uma foto sua da rede social e guardava...
Disse o irmão.
_sempre via suas redes sociais... depois vc sumiu falou o brancão...
Pensamos que a fissura em você desapareceria.
_Sim, quando sai da comunidade, apaguei qualquer rastro que me ligasse aquele local,
_Sai de onde trabalhava foi quando fui fazer residencia no Hospital do Estado...
_ Como ele esta?
Onde posso Acha-lo ?
Falei segurando o ombro do brancão.
Falei segurando o ombro do brancão.
_Primeiro quero saber ... porque da obsessão do meu irmão em vc?! Falou o irmão tenso.
O brancão quis intervir, dizendo:
_ isso agora não é o mais importante, ou algo assim,
Porem eu ri, isso irritou o irmão Moreno do Fulano...
Acrescentei :
_ Você não sabe ... que eu o arrastei do próprio sangue com três tiros no corpo o operei, e coloquei a vida de quem mais amava em risco por um completo estranho fardado?!
_E nem sequer rolou um muito obrigado.. seu ou de qualquer um próximo a ele ?!
Falei isso levantando, o jovem se calou... o Brancão, retribuiu o toque, no ombro me retendo, disse baixo pra mim:
_pega leve com o rapaz ele só tem esse irmão, sempre o copiou em tudo.
Me deram os locais e horários dele,
O procurei, .
Depois de algumas tentativas, o vi de longe, meu Sargento estava com roupas amarrotadas, meio encardidas e a barba por fazer...
Emparelhei com ele, esbarrei,
Ele não olhou, e se adiantou,
Emparelhei e esbarrei novamente, ele virou bravo com algo como um:
_Qualé meu irmão?
Mas deteve-se ao me reconhecer, pela blusa meio aberta dele vi seus pelos finos, e fartos em seu peito.
Ele disse:
_vc...
Teve o impulso de se ajeitar,
Tentando ensacar a blusa, meu coração se contorceu, ele quis sorri.
Não sei o que meu olhar disse mas acho que transpareceu pena, e ele me empurrou dizendo:
_quem é vc? Não preciso da sua piedade... sou homem!
Dai titubeou com o corpo.
Então pude perceber que estava bebado,
Reagi dizendo:
_ Que isso meu amigo!
Falei tentando sorrir.
Alguns haviam olhado, e eu tentei abraço-lo de ombro, para o conduzir.
Ouvi ele dizer:
_Me larga sua bicha!
Senti seu cheiro muito diferente do que eu tanto adorava lembrar...
Era tardinha umas 14 horas, começava a chuviscar, o segurei firme.
_O que vc esta se tornando?
Ele bambeou, me olhou tremulou o olhar.
_Eu não sei mas agradeço a vc...
O chuvisco piorou e as pessoas corriam da chuva que piorou.
_Eu salvei sua vida, lembra?
O segurava firme,
No meu rosto sentia sua pele emanar calor.
Ele respondeu::
_Pra que??? Me salvou pra quê?
_Era minha hora...
Falou se batendo.
Eu lhe falava, e o conduzia, quase arrastando.
_ Se eu soubesse que vc viveria pra ter pena de si, e se tornar um bêbado...
Ele me freiou :
_ eu era um homem, eu queria ter filhos ser avô... e tudo que eu conseguia pensar... depois de você .. era em como fazer pra viver com você.
_ Pensei quando estava lá em nunca voltar...
Ele dizia.
Alguém se aproximou, um homem forte baixo,
_o que há com ele? O senhor é parente?_
_Sim sim, amigo somos parente
Eu disse.
Ele insistiu :
_ É seu o que ? Passa mal?
_ Amigo !
O olhei firme.
_Nós, eu e ele somos um casal ... e estamos discutimos nosso relacionamento .. falei entre o sarcasmo e a realidade..
O homem quis sorrir
Eu falava alto pois chuvia a agora forte, o homem ficou meio sem graça e saiu comentando com o primeiro que encontrou apontando, '
Fulano só me olhava. o retirei dali no meu carro, ele ficou calado, olhando a chuva se movia engraçado no banco detrás,
Eu parei o carro ele estava quente, talvez febre, me olhou cochilava, minhas mãos o tocava, 5 anos depois ele estava com o peitoral maior, lábios secos, quase dormindo falou:
_voce cuida de mim de novo...
Havia duas subidas uma por dentro da casa pelo andar térreo, e uma escada lateral, subi com ele direto ao chegar, trancando o acesso pelo lado interno,
Lhe conduzia ao banho quente, uma vez que não havia febre...
Entreguei roupas secas, ele dizia não posso ficar aqui,
Fcou parado, estava com um casaco de Jeans, blusa esporte fino e calça caki, todo encharcado,
Me aproximei, o calor de seu corpo pulsava, sua cabeça olhava pro chão.
Despi a parte de cima, seus pelos arrepiavam,
Estava de calças cáqui sem sunga, seu pênis grosso e médio, mostrava-se meia bomba na calça apontando pra baixo...
Ele parado levantou o olhar pois tentou de leve parar minha mão de despi-lo, algumas vezes, suas mãos deslizaram pelo meu pescoço grosso e longo, tocou !os meus lábios,
Ele segurou me firme, e rasgoume a blusa, eu a deixei cair, meu corpo estava frio e o dele era muito quente,
Tquei seus mamilos, o senti encostar em mim e seu pau ja estava muito duro agora, me agarrando imóvel, firme suas mãos ásperas percoriam todo o meu corpo.
Ele agarrou os pelos do meu corpo, puxou pela sintura pra si, minhas mãos e braços envolveram sua cabeça,
Ele me beijou, me cheirando, emitia um som de dor, beijava com vingança, desespero agora em seu toque,
Entramos no chuveiro quente o vapor subia, nossos caralhos se esfregavam, meus pelos ruivos cacheados se emaranhavam em seus pelos finos e lisos,
Ele ja fazia um movimento de foda, sua lingua era espeça e ia a minha garganta... entre gemidos , franidos, tremores... ouvia ele chorar, era um tanto estranho, intenso e maravilhoso!
Aquele homenzão enorme forte todo másculo, buscar e achar no meu corpo, e nos meus carinhos algo tão intenso, que o saciava dava paz.
Ele me agarrou suspendeu, coloquei as penas em sua cintura e tive de urrar com o prazer daquele jacaranda dentro de mim....
...ele me encostou na parede pressionando, e fodia-me controlando totalmente a entrada e saída do seu pau e os movimentos da sintura, suas bolas me matavam de tesão batendo na entrada do meu ânus,
Gozei muito em sua barriga quando senti seu leite quente vazar de mim quando se saciou, não contendo mais o tesão.
Caímos exaustos na cama box, após, ele dormiu algumas horas, quando acordou eu o havia barbeado.
Ele nu na cama e eu de sunga, ele me disse que havia sido covarde,
Porque embora passa-se horas me vendo, indo atras de mim, não havia tido coragem de se apresentar e me dizer que queria mais daquela vida,
Que queria ser aquela pessoa que havia se tornado junto a mim,
Me disse que quando me viu com o pastor se afastou,
Mas não conseguia viver uma mentira com outra mulher... depois passou a me culpar, beber e ser "macho".
Me deitei ao seu lado ele acarinhava meu garoto(pau), eu trouxe sua cabeça até o meu garoto, e ele se amamentou, mamava agora como mestre.
Pensei andou treinando?!
Ia ao telo e lambia de novo a cabeça rochosa do meu pau... disse-me ter fantasiado isso, e sentando no meu pau se masturbou,
Eu o fodia de baixo pra cima, ele delirava de desejo, seu anus apetado, mordia meu pênis que é maior que o dele, eu suava e sentia um desejo encontrolavel de torna-lo meu de modo mais submisso o deitei.
Ele se deixou relaxar a musculatura da bunda, finquei o pau devagar,
Ele dizia seja meu homem,
Vai me mostra como é...
Deixei latejando la´dentro e o acarinhava virando sua cabeça o beijava, ele gemia alto sua respiração arfava intensa, ele chegava levantar as nadegas de encontro a minha geba...
Vai meu macho me mostra o que eu te faço sentir vai... estourei dentro dele...
Ele ria, deixa que eu te mostro me deitou de frango assado, vi seu rosto transfigurado de prazer sua estocada sozinha movia meu corpo pra frente e pra trás,
Eu dava minha meia rebolada e comprimia seu pau... Êxtase de prazer, o suor dele me ensopava,
Ele me beijava me trazendo a si, nossos peitos se esfregavam e eu virava os olhos de prazer,
Ele gemia auto, eu falava seu nome entra meu macho, meu Sargento, mais mostra o que e ser macho vai...
Ele me deixou mole gozou em meu peito e rosto me lambendo beijando depois... ficamos umas 48 horas ali, no andar de cima, da zona oeste, a chuva passou,
Aos poucos conheci sua família, nos meses que vinheram,
Sua mãe era uma princesa nos gostamos muito, seu irmão demorou cair a ficha pra entender o que temos, mas aceita bem hoje, de certo por sermos másculos e com interesses comuns aos héteros, moto, esportes...
Com o tempo investimos em um negocio próprio , ele se aposentou do quartel, e trabalhamos juntos, com o tempo troucemos alguns parentes dele e meus para nossa cama, e bastantes amigos militares, mais esse é outro conto.
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