terça-feira, 13 de agosto de 2013

Reencontrando O Policial. (conto erótico)

                        



                                                Reencontrando O Policial


       O tempo passou, eu me formei em neurologia, estava na residencia hospitalar, em um hospital publico, e de tudo o que via acontecendo de errado, chegava a me perguntar se havia feito as escolhas certas.

      Estava morando com minha tia e 2 primos, na zona oeste, porém ali o padrão de vida  mais caro, e todos nos trabalhávamos muito, 

       A tia abriu um quiosque de lanches na praia e um dos primo a ajudava junto com a namorada, eu sou alto 1,80, peludão bem ruiviinho, olhos cor de mel (pois uso lentes de grau).

      5 anos haviam se passado desde que eu vira O Policial pela última vez, um dos meus primos sempre relembrava, falava algo do "fulano", 

       Eu que ja sou quieto, ficava em estado letárgico, minha tia o repreendia com os olhos ou um gesto, as vezes eu sorria pro primo, ele é um bom amigo e torcia por mim... 

      ...muitas noites podia sentir meu policial em meu corpo, sentia  o que fizemos naquela pequena casa de 1°andar  na favela,  seu membro meio envergado pra cima entrando em meu corpo, enquanto ele suportava uma dor que devia ser monstruosa, ao nos amarmos.
       Nessas noites acordava e me masturbar 2 ou 3 vezes se mostrava pouco para aplacar meu desejo, por aquele homem..
       O via saindo na ambulância se passando por socorrista, lembrava dele tentando sorri ao entrar, lembro da expressão em seu rosto, 
       Depois o lembro de farda no quartel que dei esclarecimentos, ao superior tanto ele como eu contamos o básico ele evitou troca de olhares eu "entendi", 
      
       Mas nos poucos instantes que o olhei, o tempo parava, e voltava constantemente nessas cenas pois meus olhos tropeçaram em seu volume, peitoral, sua feição máscula, e com traços finos, me embriagavam, aquele Macho sabia amar outro Macho, 

     Por fim acreditei que o seu superior comprou a mera história do socorro prestado por um estudante de medicina... 

    O segredo foi garantido por eles pois ainda moravamos ali na comunidade.

      Havia sido muito difícil ficar sem ele, não entendia por que ele  nunca me procurou... eu tinha certeza que ele também havia vivido algo extraordinário!

      Eu havia nesse meio tempo me relacionado com um pastor evangélico que ja falecerá, 

       Definitivamente eu não estava bem, Em um fim de semana o chefe da segurança me chamou para me informar que soube de 2 caras perguntado por mim dando as minhas descrições, 

      Um dos homens havia perguntado por mim no estacionamento, o outro ao redor do hospital, 
      Bem, como não ando devendo, pensei será algum parente? Lembrei da favela... alguém de lá?

      Quando saí de lá do hospital no sábado senti que me seguiam, andei rápido e falei alto ao celular alguma coisa para ver se amedrontava aquelas sombras, 
      Meu carro é um caidinho pois sou só um residente, mas ele corre bem, voei, relatei a segurança, falaram que eu devia prestar queixa,.

      O problema era que eu não fazia ideia do que fosse aquilo, dai um dos seguranças com o qual havia me deitado durante as madrugadas de plantão, conseguiu umas fotos, das câmeras de segurança, 

       E mesmo olhando eu não conheciam nem um nem outro... Eram homens fortes jovens, um moreno claro e um brancão... logo descobriria.

      Saia eu das 6 as 7 da manhã do hospital, era uma manhã fria, 'sempre' parava em um bar no caminho e comprava coisas pro café com minha tia e primos, e a cunhada, 

      Quando voltava pro carro os dois homens me cercaram, seus rostos nada expressava,  senti medo, e fui erguendo as mãos com o pacote comprado... 

_calma calma
Disse o brancão, completando: 

_por enquanto só queremos conversa.
Meu carro ficou la, e 'pediram' que eu fosse com eles, 

      Um deles me mostrou documento de policial, me falaram que era sobre o 'Fulano', então percebi a semelhança de um dos rapazes com ele, 

_Vc é irmão dele?
Perguntei fungindo do seu olhar , ele disse: 

_sim 

       Eles tentavam  perceber  algo das minhas palavras, indicações de algo que eu tenta-se esconder... 

_vc tem visto ele?
 Antes que o brancão da policia  conseguisse acabar a frase fui enfantico:

_Não, há 5 anos não o vejo!

Pareceram não acreditar,  a  conversa ficava tensa, até que o irmão perguntou:

_ O que aconteceu naquela favela... o que rolou? 
_Foi drogas... o que vc fez com ele? 

      Notei um tom meio de desespero, ele serrara os punhos, e os cantos de seus lábios formavam um arco para baixo.

_Para ai, eu não os conheço, conheci o 'Fulano' em um momento difícil pra ele, me arrisquei...  Arrisquei minha vida e da minha família por um estranho.

      Falei parando de andar.

_ Desculpa falou o brancão.... sabemos disso... 
O irmãos interviu:

_Sabemos oque?... 
_...o que eu sei é que meu irmão nunca mais foi o mesmo... está que nem um maluco e tudo começou lá naquela favela...

      Perceberam pelas minhas reações que eu não sabia do que se tratava, procuramos outro lugar e sentamos... 

       Então o jovem homem moreno me relatou que ele desfizera o noivado com a bela moça, sumia sempre, durante um tempo, 
      Depois parou de sumir e começou a beber e sair com muitas mulheres... não lembrava o militar centrado que eles conheceram, 

_e eu onde entro? 
Vocês não estariam aqui por intuição?
Lhes perguntei ,

_ Quando ele sumia a uns 2 anos atrás descobrimos que te procurava... 

      Fiquei com a cara estatelada... 

_me procurava?!... Falei pausadamente, 
_Nunca soube disso...
A informação ne deixou confuso!

_ia até o hospital aonde você trabalhava e te olhava de longe...
_ Imprimiu uma foto sua da rede social e guardava...  
Disse o irmão.  

_sempre via suas redes sociais... depois vc sumiu falou o brancão...
Pensamos que a fissura em você desapareceria.

_Sim, quando sai da comunidade, apaguei qualquer rastro que me ligasse aquele local, 
_Sai de onde trabalhava foi quando fui fazer residencia no Hospital do Estado...   

_ Como ele esta? 
Onde posso   Acha-lo ?
Falei segurando o ombro do brancão.

_Primeiro quero saber ... porque da obsessão do meu irmão em vc?! Falou o irmão tenso.

       O brancão quis intervir, dizendo:
_ isso agora não é o mais importante, ou algo assim, 
      Porem eu ri, isso irritou o irmão Moreno do Fulano... 
Acrescentei :

_ Você não sabe ...  que eu o arrastei do próprio sangue com três tiros no corpo o operei, e coloquei a vida de quem mais amava em risco por um completo estranho fardado?!

_E nem sequer rolou um muito obrigado.. seu ou de qualquer um próximo a ele ?!
Falei isso levantando, o jovem se calou... o Brancão, retribuiu o toque, no ombro me retendo, disse baixo pra mim: 

_pega leve com o rapaz ele só tem esse irmão, sempre o copiou em tudo.

      Me deram os  locais e horários dele,
O procurei, .
Depois de algumas tentativas, o vi de longe, meu Sargento estava com roupas amarrotadas, meio encardidas e a barba por fazer... 

     Emparelhei com ele, esbarrei, 
Ele não olhou, e se adiantou, 
Emparelhei e esbarrei novamente, ele virou bravo com algo como um: 

_Qualé meu irmão?
Mas deteve-se ao me reconhecer, pela blusa meio aberta dele vi seus pelos finos, e fartos em seu peito.

      Ele disse: 

_vc...
Teve o impulso de se ajeitar, 
Tentando ensacar a blusa, meu coração se contorceu, ele quis sorri.

       Não sei o que meu olhar disse mas acho que transpareceu pena, e ele me empurrou dizendo: 

_quem é vc?  Não preciso da sua piedade... sou homem!
Dai titubeou com o corpo.

      Então pude perceber que estava bebado, 

Reagi dizendo:

_ Que isso meu amigo!
Falei tentando sorrir.

       Alguns haviam olhado, e eu tentei abraço-lo de ombro, para o conduzir. 
Ouvi ele dizer: 

_Me larga sua bicha!
Senti seu cheiro muito diferente do que eu tanto adorava lembrar...

      Era tardinha umas 14 horas, começava a chuviscar, o segurei firme. 

_O  que vc esta se tornando? 

       Ele bambeou, me olhou tremulou o olhar.

_Eu não sei mas agradeço a vc... 

      O chuvisco piorou e as pessoas corriam da chuva que  piorou.

_Eu salvei sua vida, lembra?
O segurava firme,
No meu rosto  sentia sua pele emanar calor.
Ele respondeu:: 

_Pra que???  Me salvou pra quê?
_Era minha hora... 
Falou se batendo.
Eu lhe  falava, e o  conduzia, quase arrastando.

_ Se eu soubesse que vc viveria pra ter pena de si,  e se tornar um bêbado...

Ele me freiou :

_ eu era um homem, eu queria ter filhos ser avô... e tudo que eu conseguia pensar... depois de você ..  era em como fazer pra viver com você. 
_ Pensei quando estava lá em nunca voltar... 
Ele dizia.

      Alguém se aproximou, um homem forte baixo, 

_o que há com ele?  O senhor é parente?_ 
_Sim sim, amigo somos parente 
Eu disse.

      Ele insistiu :

_ É seu o que ? Passa mal?

_ Amigo !
O  olhei firme.

_Nós, eu e ele somos um casal ... e estamos  discutimos nosso relacionamento .. falei entre o sarcasmo e a realidade..
O homem quis sorrir

      Eu falava alto pois chuvia a agora forte, o homem ficou meio sem graça e saiu comentando com o primeiro que encontrou apontando, '

      Fulano só me olhava. o retirei dali no meu carro, ele ficou calado, olhando a chuva se movia engraçado no banco detrás, 
     
      Eu parei o carro ele estava quente, talvez febre, me olhou cochilava, minhas mãos o tocava, 5 anos depois ele estava com o peitoral maior, lábios secos, quase dormindo falou: 

_voce  cuida de mim de novo...

      A casa em que morava com minha tia e primos, o primeiro andar era deles e o segundo meu, 
     Havia duas subidas uma por dentro da casa pelo andar térreo, e uma escada lateral, subi com ele direto ao chegar, trancando o acesso pelo lado interno, 

      Lhe conduzia  ao banho quente,  uma vez que não havia febre...
Entreguei roupas secas, ele dizia não posso ficar aqui, 
      Fcou parado, estava com um casaco de Jeans, blusa esporte fino e calça caki, todo encharcado, 

       Me aproximei, o calor de seu corpo pulsava, sua cabeça olhava pro chão. 
Despi a parte de cima, seus pelos arrepiavam, 
     Estava de calças   cáqui sem sunga, seu pênis grosso e médio, mostrava-se meia bomba na calça apontando pra baixo... 

      Ele parado levantou o olhar pois tentou de leve parar minha mão de despi-lo, algumas vezes, suas mãos deslizaram pelo  meu pescoço grosso e longo, tocou !os meus lábios, 
      Ele segurou me firme, e rasgoume a blusa, eu a deixei  cair, meu corpo estava frio e o dele era muito quente, 
      Tquei seus mamilos, o senti encostar em mim e seu pau ja estava muito duro agora, me agarrando imóvel, firme suas mãos ásperas percoriam todo o meu corpo.
      Ele agarrou os pelos do meu corpo, puxou pela sintura pra  si, minhas mãos e braços envolveram sua cabeça, 
      Ele me beijou, me cheirando,  emitia um som de dor, beijava com  vingança, desespero agora em seu toque, 
      Entramos no chuveiro quente o vapor subia, nossos caralhos se esfregavam, meus pelos  ruivos cacheados se emaranhavam em seus pelos finos e lisos, 
      Ele ja fazia um movimento de foda, sua lingua era espeça e ia a minha garganta... entre gemidos , franidos, tremores... ouvia ele chorar, era um tanto estranho, intenso e maravilhoso!
    
      Aquele homenzão enorme forte todo másculo, buscar e achar no meu corpo, e nos meus carinhos algo tão intenso, que o saciava dava paz.

      Ele me agarrou suspendeu, coloquei as penas em sua cintura e tive de urrar com o prazer daquele jacaranda dentro de mim....
      ...ele me encostou na parede  pressionando, e fodia-me controlando totalmente a entrada e saída do seu pau e os movimentos da sintura, suas bolas me matavam de tesão batendo na entrada do meu ânus, 
      Gozei muito em sua barriga quando senti seu leite quente vazar de mim quando se saciou, não contendo mais o tesão. 

      Caímos exaustos na cama  box, após, ele dormiu algumas horas, quando acordou eu o havia barbeado. 
     
      Ele nu na cama e eu de sunga, ele me disse que havia sido covarde, 
      Porque  embora passa-se horas me vendo, indo atras de mim,  não havia tido coragem de se apresentar e me dizer que queria mais daquela vida,     
      Que queria ser aquela pessoa que havia se tornado junto a mim,  
Me disse que quando me viu com o pastor se afastou, 
     Mas não conseguia viver uma mentira com outra mulher... depois passou a me culpar, beber e ser "macho". 

      Me deitei ao seu lado ele acarinhava meu garoto(pau), eu trouxe sua cabeça até o meu garoto, e ele se amamentou, mamava agora como mestre.
      Pensei andou treinando?! 
Ia ao telo e lambia de novo a cabeça rochosa do meu pau... disse-me ter fantasiado isso, e sentando no meu pau se masturbou, 
       Eu o fodia de baixo pra cima, ele delirava de desejo, seu anus apetado, mordia meu pênis que é maior que o dele, eu suava e sentia um desejo encontrolavel de torna-lo meu de modo mais submisso o deitei.

      Ele se deixou relaxar a musculatura da bunda,  finquei o pau devagar, 
Ele dizia seja meu homem, 
Vai me mostra como é... 
      Deixei latejando la´dentro e o acarinhava virando sua cabeça o beijava, ele gemia alto sua respiração arfava intensa, ele chegava levantar as nadegas de encontro a minha geba... 
       
     Vai meu macho me mostra o que eu te faço sentir vai... estourei dentro dele... 
     Ele ria, deixa que eu te mostro me deitou de frango assado,  vi seu rosto transfigurado de prazer sua estocada sozinha movia meu corpo pra frente e pra trás
     
       Eu dava minha meia rebolada e comprimia seu pau... Êxtase de prazer, o suor dele me ensopava, 
      Ele me beijava me trazendo a si, nossos peitos se esfregavam e eu virava os olhos de prazer, 

       Ele gemia auto, eu falava seu nome entra meu macho, meu Sargento, mais mostra o que e ser macho vai... 

      Ele me deixou mole gozou em meu peito e rosto me lambendo beijando depois... ficamos umas 48 horas ali, no andar de cima, da zona oeste, a chuva passou, 

      Aos poucos conheci sua família, nos meses que vinheram, 
     Sua mãe era uma princesa nos gostamos muito, seu irmão demorou cair a ficha pra entender o que temos, mas aceita bem hoje, de certo por sermos másculos e com interesses comuns aos héteros, moto, esportes... 

      Com o tempo investimos em um negocio próprio , ele se aposentou do quartel, e trabalhamos juntos, com o tempo troucemos alguns parentes dele e meus para nossa cama, e bastantes amigos militares, mais esse é outro conto.

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O Pastor. (conto erótico)


                                                                     




                                                                             O Pastor.

Passaram-se alguns anos em que fiz  a viagem onde o conheci,  Lembro-me de quando subiu no ônibus em que eu viajava, magro mas largo de corpo, alto peludo, os fios negros e longos lhe escapavam  pela blusa  social, estava com uma calça de pano não social, que imitava jeans... eu estava em pé no meio do ônibus mexendo com os poucos passageiros ali, eles riam, seu olhar esbarrou no meu.  quando subia de olhar o meu corpo sorri, ele só fez um gesto de licença e sentou-se mais no fim do ônibus, parecia um cawboy 'italiano', pele sutilmente amorenada...
...a lembrança que mas me marca que me vem ao corpo , que me toma quando lembro dele ,  é como ele adorava deixar seu pênis duro dentro de mim mesmo enquanto dormia era longo, de grossura normal,  fodia-me a exastão e por fim (usando camisinha) deixava o pau duro ali e de vez em quando dava uma fincada... eu chegava a chorar de prazer...
Qual a minha surpresa quando entrando em uma agencia bancaria, no banco em que sou cliente, e vindo o gerente era o moço do ônibus... agora de terno cor grafite escuro, parecendo ainda mais alto, cabelo pro lado, fios finos e negros...  sua boca era grande, mas os lábios eram finos rosados... ele sorriu.  No aperto de mão mantivemos nossas mãos juntas, seu corpo adentrou no espaço do meu...   me conduzindo após  a cadeira... ao atender-me, olhava o relógio, mas não conseguia me despedir,  soube de onde eu vinha e o que fazia ali no nordeste do Brasil, por fim falei que nada conhecia e que só havia conhecido ele como amigo, falei essa palavra e o fitei, ele flertava  sorria,  disse que privilegio... meus olhos caiam nas diversas armadilhas de sua imagem, ele abria mais o palito e os contornos do seu peito definido se desenhavam na blusa,  tirou o palito e ofereceu-me um cafezinho, em pé  seu corpo mostrava toda a elegância que possuía,  eu estava embriagado por ele , como um alcoólatra que busca nas goladas o efeitos lascivo do álcool, a altura de sua barguilha seu pênis começou a desenhar-se na direção para baixo, se destacando um pouco mais que as pregas da calça... suas coxas eram grossas, e seu perfume suave me deixava louco, era de um amadeirado árabe, e eu sou descendente de árabes, todos os homens proximos com quem transei e a quem muito tinha os amado, usavam variações daquele cheiro...  estávamos protegidos dos olhares alheios por uma pequena parede ( biombos ).

Quando no ônibus, transei com um  senhor que viajava com a esposa e 2 filhos adolescentes, Transei com tal homem na poltrona atras da dele, o tal homem era evangélico, e gemeu como uma vadia  sentado de frente a mim no meu colo, com o meu  pênis dento dele, o cawboy italiano ouvira e em dado momento quando abri os olhos, pois o evangélico  contraia as nadegas poderosas, masturbando meu mastro dentro dele, me levando  quase a perda dos sentidos de tanto prazer, Bem  abrindo eu os olhos, o cawboy  italiano se levantara e ia ao banheiro, eu gozava dentro do evangélico,  e o evangelico na minha mão que o punhetava...  em estado peniano ocultado por um agasalho pois o ar condiconado do ônibus estava forte, aquele cawboy  participou do meu prazer...    Dormi e o cawboy  não havia saído do banheiro.

Conversa vai e vem, ele me falou  de uma dor nas costas, eu acabava de me forma em medicina, não na área  de ortopedia, mas  disse que podia ver...  ele falou que dar... uma olhada mesmo?... sorri, eu que havia  retirado o casaco, ao levantar  expus meu estado, meu pau e  muito grosso, eu estava de geans apertado, a blusa social branca que vestia não encobria  o volume exagerado da rola no meio das minhas pernas.... ele anunciou a uns companheiros de trabalho, que ia no descanso/reservado por que eu era médico, falou com naturalidade e empolgação de quem  consegue algo de que precisa de modo inesperado...
O segui, ele que havia colocado o blazer foi entrando no ambiente e tirando, aqui não há câmeras, me olhou penetrante ao dizer, eu me aproximei muito na minha olhando o que havia ao meu redor, armários, um banco longo estofado, umas 2 poltronas, ele vendo disse aqui trocamos de roupa e guardamos nossas coisas... ele trancou a porta , ouvi me virei e ele ja estava bem próximo de mim... onde é a dor? ele pegou meu  braço eu de frete pra ele e colocou na lateral do seu corpo,  deixei o casaco que levava cair... meu pau babava grosso latejante dentro do geans,  ele o olhou lambeu os lábios... juntei nossos corpos,  usava cavanhaque,  e comecei a beijar-lhe o pescoço, nuca, o sentia arrepiar eu sorria pra ele... coloquei a mão por dentro de sua calça seu pau varava  longo e bobo... o derrubei no banco  ali estendido, sua língua achou meus peitos e pelos , sua respiração  ofegava muito,  eu o molhava de suor ele me olhava alisava meus pelos loiros , enchia minha boca com sua saliva, olhava a porta as vezes...  engoliu meu pau quase inteiro... o mordeu o mamou  estava de calças baixas blusa aberta fizemos loucuras sem direção sem  rasão sem saber, ou querer parar...   parei a nos dois olhei ele .. aqui é seguro  mesmo, perguntei, ele disse sim, não se pode permanecer aqui por isso funcionários não vem, só em última... o beijei  bebia seu prazer o trouxe pra mim, o bicho era grande e magro no entanto forte,   quero fazer o que vc fez no ônibus.. disse, e  me posicionado no seu pau , setei, em sua vara longa, não era grosso... não sentir dor senti um macho extraordinario dentro das minhas carnes, estremeci...  ia ao talo e subia era longo e duro feito rocha,  me fudeu gostoso, se encostou na parede, e  o fiz me masturbar, ele desconcentrava do meu pau, pois eu contraia a bunda e o cu no seu caralho longo, e subindo e descendo, ou ficando suspenso e forçando ele me fuder de baixo pra cima...   ele  gozou , nunca havia sentindo um jato tão potente , tão dentro, deitou-se sem forças, segurei seu rosto olhos de aguia, e fudialhe a boca,  15 minutos depois dele gozei o orgasmo escorria  de sua boca ... ele só repetia ofegante isso é foda é foda, é gostoso demais... o beijei e ajudei a se arrumar, e saimos depois conversando alto...
No ônibus  ele havia ido ao banheiro e enfiado  um vidro de desodorante no ânus, e se masturbado com a nossa imagem...  visto eu tomar toda a porra daquele senhor evangélico , ouvido os poucos gemidos que o coroa não havia conseguido suprimir... visto o homem se levantar todo tremulo naquela madrugada... e ir fingir estar deitado em outra cadeira como dissera a mulher.
Outro dia, ele foi me visitar onde me instalei, Contei a ele do policial a quem havia ajudado, ele se emocionou muito com a história,  disse ser casado, eu o acarinhava, os cabelos negros, as sobrancelhas fartas feitas,  caminhamos em uma praia deserta, lanchamos na areia, tirei-lhe a bermuda ele estava de cueca, ovos lindos rosados e alaranjados, eu mamava-os ele ria-se das cócegas... eu estava de sunga grande, pau meia bomba , nos beijávamos, ele confessou que beijar pra ele era novo, pois os primos com quem mantivera relações até então se achavam machos,  do tipo que pensa que é menos viado, ou nem é se não beijar outro homem... eu o abraçava e mordiscava seus lábio, por natureza suas pernas longas de coxa grossas se abriam, vindo de encontro  a meu caralho, já duro e seivoso... o peguei de frango assado ele pediu com carinho "Doutor"...  só coloquei a bordinha de sua cueca de lado, e com vaselina pastosa entrei bem devagar ele suspirava e suava, e tentava acomodar meu pênis dentro dele , sem preceber que dava pequenas reboladas, vai dizia,vai, e depois me parava um pouquinho... ficamos assim mais de uma hora sem pressa, vimos anoitecer, o suspendi com meu pau dentro dele, o escorei em uma parede de rocha, ele me abraçava forte... eu o fodia com jeito fazendo o pau rebolar dentro dele,  ele gozou m mim e aquele gozo se espalhou em nossos corpos se misturando a nosso suor ... gozei dentro dele, ele retirou a  camisinha ai lambeu meu pênis...
Estavamos a quase 4 meses nisso, logo eu retornaria ao Rio, e não foi menos que por acaso que um dia ele esqueceu-se da carteira na casa que aluguei para aquela temporada... ai  tive de abri-la para poder encontrar pois uma de suas regras era nade de contatos por telefone... ele quando queria me ligava de algum orelhão, mas eu não tinha referências para ligar... na carteira um carteirinha de pastor, e um convite de igreja... lá fui entregar, pensei deixo lá, uma vez que não me ligou não deve achar que perdeu aqui...          as 19 cheguei e de frente no púlpito o vejo discursar terno preto velado fechado... era meu cawboy  italobrasileiro... fiquei discreto no fundo ele me viu enrubesceu , tonteou... disfarçou... sentei o ouvia... o sacava. Pude perceber ali que  o que ele vivia comigo     era uma realidade alternativa a sua, algo irreal a sua realidade, via sua expressão de dor medo, dissimuladas em suas técnicas de oratória, eu fiquei curioso de qual lado ia ganhar aquela luta, ele suava, ao me olhar era embebido de sentimentos   não existentes até então em sua vida... sentei de lado pro púlpito, ele abriu o blazer fazia o povo rir...  estava elegante, as pontas de seus cabelos tendiam a cachear... me lembrei de como eu segurava  ali enquanto sentava naquele mastro safado duro rochoso, segurava sua carteira ele viu , e percebi que isso o acalmou, pois viu o motivo de eu ter ido ali...  eu imitava as reações do  povo ali, mas quando ele disfarçava e me olhava eu o desnudava...  quando desceu subiu uma cantora... veio e sentou-se ao meu lado fazendo que não me conhecia, lhe falei já fui evangélico... falou a outros ali que eu era evangélico e os visitava,  quer conhecer o  edifício me perguntou? Sorria e ficava vermelho, eu estava de social, terno formal aberto... andou um pouco deixou ser visto, e logo depois me levou em um alojamento (quarto) para  missionário,  o agarrei ele pegou sua carteira... aqui não nossas cinturas juntas e paus se esfregando o beijei, as finas calças sociais  permitiam que sentíssemos o calor do mastro úmido de um e a macieis do  outro, o endurecimento, quando senti estava com as calças arriadas e um longo mastro vibrando a entrada do meu cú, virei de frente e cochichei  quero ver teu rosto me possuindo, entrou violento sem aviso e com  nossos cuspis esfregados em seu pau, gemi de frango em uma mesa, o puxei e bajava-o
seu pau forçava dentro de mim eu continha o gemido ele estovava forte e relaxava, estocava mais forte e mantinha , gozou em minutos me alisando todo, beijando  e dizendo vc de terno, vc de terno.... me mamou mamou  se concentrando  a boca na cabeça meu pau é grosso, e ele o masturbava mas a cabeça ele mamava, lâmbia... gozei em seu rosto, escorria o leite, ele ficou apreciando o que ficou no meu pau e voltou a mama-lo  ... ele lavou o rosto, ouviamos a música alta vinda lá de baixo...   nos beijamos e fudemos vara com vara, meu pau deslizava por cima do dele , o dele dava cabeçadas nos meu ovos, de vez em quando eu ou ele massageava os dois paus com uma das mãos, seu pau gozou agora no meu, e o meu nos pelos de sua virilha, fuder  assim me endoidava, gozamos agarrados, semi desnudos corpos colados ao máximo, boca comendo a do outro, naquele momento não podíamos dizer qual parte do corpo era a de quem, ele lavou o rosto passou perfume,  o arrumei e ele a mim e saímos, ele trancou a porta, agradeceu pela carteira... havia pensado ter sio roubado no centro sem perceber.
Conheci sua família, sua filhinha, esposa e mãe,  notei que a familia de sua esposa o desprezava por ser "só um gerente".  Eu voltei pro Rio dali a cerca de um mês, mas após esse  episódio ainda vivemos mais uns 4 anos juntos.

Neythan

Neythan / English version

Neythan By Gabriel Monteiro Possibility of Revision, additions, exclusions. Butterflies always come back ... it is their n...