sábado, 18 de janeiro de 2025

O Policial . Conto De: L Gabriel Monteiro







O Policial

Por: L Gabriel Monteiro



     Aconteceu a alguns anos, na época eu era enfermeiro assim conseguia pagar minha faculdade de medicina e ganhar experiência no ambiente hospitalar, 
     
     Trabalhava em 2 hospitais privados do Rio de Janeiro, e cursava a faculdade particular a noite. 

      Época difícil ! Eu havia vindo do interior do Rio e alugado a pequena casa de uma tia materna em uma comunidade carioca, naqueles anos nem se havia pensado em pacificação das comunidades, e os confrontos sempre aconteciam entre policiais e a bandidagem.

     Mas morar ali trazia vantagens, a proximidade com os hospitais onde trabalhava  me facilitava muito a vida, se não seria impossível estudar e me manter.

      Sou alto 1,80 bem ruivão , peludo, tipo urso, voz muito masculina meio rouco, não sou de falar muito. 

     Um dia chovia forte e quando mal acabei de por o pé em casa estourou um tiroteio, intenso, 

     A pequena casa onde morei é de 1° andar, Uma minima varandinha de entrada, com muro até a altura do peito, e grades na parte de cima, 

     A sala logo na entrada sem corredor, seguida por  uma pequena cozinha, espaços separado por porta, anexada a cozinha  uma e área de serviço  com banheiro, um portão todo fechado de acesso ao beco dos fundos, e uma escada de acesso ao primeiro andar, esse era o térreo,
     No primeiro andar, um quarto bem amplo com banheiro.

      Naquele dia,  chegando  na comunidade,  ouvindo os tiros e muitos gritos, estava encharcado da chuva que caia, deitei no chão da área de serviço que  era um lugar mais seguro, dando acesso apenas para um beco aos fundos da casa onde não costumava haver movimento, 
   
     Eram   muitos tiros de metralhadoras, e outras armas... a chuva diminuíra muito, pensei na paz da cidade de interior em que eu havia me criado, no cheiro do cuscus de milho da minha mãe.

      Dai então ouvi um grito e após gemidos e chiados vindo da direção do portão dos fundos, de onde eu estava próximo,  

     A casa onde morei possuia a frente pra rua principal da comunidade, mas os fundos para um beco, me arrastei ate as  frestas da área de serviço vi um policial, desses  com colete, e touca, sangrando, 
     Ele falava no   pelo rádio, avisava  que era uma emboscada e dava a  posição dos bandidos entocados que atiravam. 
     Após dar a posição deles foi desmaiando , antes de desmaiar informou que não havia sido visto, e que abateu o bandido que o feriu 

        Ele falava e quase desmaiava. 

      Eu tinha pouco tempo pra pensar e decidir, era agir ou não. 
A chuva voltou com tudo, e isso foi providencial. 

     Em um impulso abri um pouco o portão de ferro e  deixei que ele me visse deitado no chão, agachado me aproximei rápido do grandalhão e fiz gestos de ajuda-lo e silencio .

      Nunca vou esquecer o olhar dele quando  viu que eu iria ajuda-lo, parecia um menino machucado dando uma de durão, 

      Puxei pra dentro,  tinha de agir muito rápido, pra não sermos apanhados,  e antes que ele perdesse muito sangue, 

     O deixei deitado na pequena área de serviço, agora desmaiado, por alguns momentos.  

     O induzi ao desmaio com clorofórmio. Após fiz uma solução e joguei no chão la´fora para apagar qualquer rastro de sangue no chão, ouvia os tiros agora mais distantes um pouco 

      Tive de me preocupar com esse detalhe, porque se os bandidos vissem vestígios de sangue no meu portão, iriam querer saber de quem era, eu correria risco de vida!

     Havia preparado a sala, e durante a madrugada operei o Policial, 
Retirei 3 balas, uma da perna outras duas do ombro e braço,  uma delas bem próxima a femoral, ele ficou bem ruim nos dias que seguiram .   

     Chamei meus 2 primos e minha tia e os avisei, eles me ajudaram muito. 
     Sabiam que se o descobrissem ali estávamos todos mortos, mas são de muita fibra, os traficantes não sabiam que eu era enfermeiro, saia e entrava da comunidade com roupas normais, nunca uniformes, e ninguém dali frequentava o tipo de hospital que trabalhava naquela época.

     O subimos para o  primeiro andar  que eu havia preparado pra ele,  
Peguei minhas férias em um dos hospitais que eu trabalhava, para cuidar melhor dele, só o deixava do meio dia as 20 horas. Eu sempre o higienizava (dava banho) e não raro ele ficava excitado mesmo sedado.

     Tinha de manter certo grau de sedação, não podia correr o risco dele gemer e vizinhos ouvirem.

    No 5º dia após a retirada das balas, e solturas, eu  o banhava alisando sua pele com a buchinha, ele desnudo, eu  havia comprado sungas pra ele, era  como ele ficava na minha cama.  
     Ele acordou me olhou, com olhos abuticados,  sem ação meio confuso, Dai lhe falei:

_Calma rapaz, falei fazendo gestos... Sabe onde esta? 

      Ele respondeu:

_"Lembro-me de algumas coisas".
Voz um tanto trêmulante.

     Falei baixinho direcionado meu corpo em direção ao seu ouvido.

_Voce foi baleado e eu o puxei pra dentro lembra? 

     No começo ele estava confuso.  Mas ele foi se lembrando e aos poucos  eu lhe contei os detalhes:

_Os bandidos estão te procurando ainda, pois vazou na impressa sobre um policial que teria ficado preso no poder dos traficantes, ou morrido no tiroteio... eles estão revistando tudo que sai e entra daqui dessa comunidade...   seu rosto está nos jornais.

     Ele é moreno claro, cabelos castanhos e olhos cor de mel, pelos fininhos, curtos,  contantes por todo o corpo, como os meus, 

     Um deus! Feições maculas mais muito suaves finas, rosto mais quadrado, meio narigudinho,

     No tempo que se seguiu conversávamos, jogávamos, víamos filmes, o tempo lá fora parou, ele recebia meus cuidados naturalmente, percebi que ele anciava por meus cuidados...  até que  em dado momento enquando banhava ele, senti que ele fingia dormir.

    Ao passo que eu o desnudei e passava o paninho nele,  a respiração dele oxcilava, as vezes se retia... o calor emanava pulsando do corpo dele,  e a respiração se tornou intensa, quase de um touro agitado, tentando se controlar.

     O  volume dele  se revelava muito grosso embora de tamanho mediano, o alisei suavemente por cima da mala... e ele gemeu... não resistiu riu, 

     Eu lhe disse:

_Voce  finge muito mal que dorme. - Ele riu era lindo de lábios pequenos, cor vigorosa,  e olhar apaixonante, embreagado de tesão, 
      
      Ele falou:

_Assim não vale cuidando do seu paciente assim com todo esse carinho não tem quem resista, ao menos eu não redisto...  

_Como pode ter certeza que é dessa fruta que eu gosto? Perguntei 

     Ele ria meio bobo,  tímido tentando ser ousado, a maneira como você olha para mim...?  disse ele.

    Me ajeitei ao seu lado na borda cama, ele pós uma das mãos sobre meu peito, e disse: 

_Eu sou forte... 
E eu respirava agitado. Levantei um dos joelhos,
     
    Dai ele disse: 

_É, e aqueles dvds escondidos no armário que seu primo pegou pra eu me distrair deu umas dicas sobre voce. 
Rimos. 

_Entre o rei leão e o duro de matar, havia uns romances  gays... 

     Minha mão já acariciava os pelos de sua virilha seu membro era vigoroso, pulsante, um pouco envergado igual banana mesmo,
     
      Brinquei com seus mamilos, ele pouco podia se movimentar pois mesmo com analgésicos sentia dor... o excitava com toques leves ele forçava-me a ser mais voraz... 

      Eu sabia que ele não podia se esforça muito, pois ele havia sido baliado na perna do lado de dentro da coxa direita.

     Mas ele me implorou! Com expressão de pre êxtase, 
Seu penes babava, exalando um cheiro sexualmente enlouqueçedor.

      E sua voz era inebriantemente grave, apaixonada, já deitado ao seu lado e o beijei. 
     
      O senti surpreso,  sem saber como reagir... Sorri, lhe acariciei  os mamilos e repeti, e quando ele me fitou os lábios, o beijo, dessa vez ele se entregou sentindo minha língua, fechou os olhos... sua mão forte e grande se entranhou  no colchão, enquanto a outra agarrou me pela cabeça devorando meus beijos,chegou a morder...

      Minha coxa lhe acarinhava o membro, ele gemia eu sentia sua barba no meu rosto e pescoço.

     Eu  beijava seu corpo, suas mãos muiito quentes, me levaram a seu pênis sem olhar (pois sua condição não permitia). Ele tentava encaixar na minha boca naquele caralho, babava, pulsava, e exalava seu cheiro incrível de Macho! 

     Vi que a cabeça do pau dele era enorme, e estava rochosa, o mamei intensamente, incansável. Succionava a cabeça de sua rola, e ele precionava minha cabeça por mais... descia até o fim do seu pé de jacarandá... E soltava pra respirar...

     Ele latejava e espelia mais líquido lubrificante... eu lambia.

      Ele gemia, por baixo dele fui acariciando-lhe o anus quase sem intenção meu dedo longo só fazia cócegas o senti sorrir se contorcento, e entrei um pouquinho e fiquei por ali com o dedo,  apenas o circulando. 
O senti rebolar de leve,  muito de leve quase inconsciente. Com a outra mão masturbava seus peitos e mamilos... Com a boca o sugava com intensidade!

     Fiz isso mais de 30 minutos, até que ele jorrou seu leite, o nectar dele dentro da minha boca. 

     Dai ele teve de olhar, misturou gemido de dor e prazer, e viu seu leite se derramar, pois eu estava chupando até o talo e tirando toda a rola dele da minha  boca.

      Ele pressionou pra que fincasse na minha boca até o talo e gozou mais de novo... 

     ...o beijei com a boca cheia de sua porra, ele estremecia ainda, e se entregou. Me abraçou sorriu ofegante ficamos ali, ele dormiu.

     Nos  dias que correram ele ele começou reclamar da vida, e eu ria, porque ele era charmoso engraçado, 

     Toda hora me chamava e as vezes não sabia porque, resmungava baixinho  pra eu não ouvir,  por que eu demorava ou por que não ficava lá com ele.

      Ele comia direitinho, só estava semi imobilizado de braço e perna, mas tomava os antibióticos via oral ficou no soro os primeiros e alimentação intravenosa só até o 5°/6°  dias, eu trocava os curativos regularmente, ele estava sem infecções, meu primo vinha jogar com ele e entretelo no meu horário de faculdade.

       Uma  noite cheguei e o senti meio nervoso quase revoltado, me olhou ambíguo, inquieto. 
Me chamou:

_Vem cá pó, vem cá porra! -

     Falou ele, o fitei inespressivo sem reações. Ao me aproximar ele me agarrou forte e pressionou a mão no meu rosto Dizendo:

_Voce é minha bichinha, né? 
_Gosta de ser meu viado, né? 

     Seu pau ficou a meia bomba e ele repetia que era macho, o  repeli,  segurando ele firme o mentive distante,  e perguntei qual era o problema dele. 
Ele agarrava minha mão fazendo-a tocar  no seu  pênis e dizia:

_Porra não é disso que gosta veadinho... 

     O empurrei forte.
 E disse:

_Amigo voce tá confundindo as coisas... 

     Ele agarrou minha mão sobre seu pau meia bomba e repetiu com ar de superioridade:

_Vai lá sente um macho. 
Eu lhe disse:

_Não sou nenhuma bichinha de estrada que acha o máximo quando sua laia os humilha pra não se sentirem viados!
     E meti o dedo em seu ferimento do ombro ele urrou de dor, me soltando. Após joguei us analgésicos em cima dele, 
E disse:

_Voce pediu isso. 
Ele me olhava ressentido,
Com a voz querendo embargar, apontei-lhe o dedo
E lhe disse:

_... e não vou bancar  um tipo que não sou pra que voce se sinta o macho hétero!

      Voltei a dormir onde dormia no inicio ao lado da cama em um coxão. 

     Pela manhã saí, quando cheguei ele tava todo machucado havia tentado levantar e ir embora. 
Ao velo debilitado ali caído meu coração doeu, me aproximei .
Lhe dizia:

_Calma. 
E vi aquele olhar da primeira vez que o vi.  

     O suspendi com a ajuda do Igor meu primo a quem chamei, 
Na cama ele evitou me olhar nos olhos.

     Na verdade, ele me contou mais tarde que  havia tentado se levantar, para ir embora, seu plano era se levantar, se disfarçar e fugir da comunidade.

     No entanto se ele tivesse conseguido se vestir e sair na rua, sem duvidas teria sido capturado e morto, e causado a nossa morte também, pois acabaria por nos expor, e por lá bandidos não deixam vivo quem ajuda dessa forma a um policial.

   Ao ficarmos só nós.
    
    Acarinhei seu rosto,  a barba  serrada, que crescia rápido... o olhar perdido...
Ele disse:

_Eu quero sair daqui...  Havia culpa, remorso no tom da voz.
Eu respondi:

_...eu sei ... 
Ele me fitou,  dei de propósito a ele a impressão de que pensava que ele  "rejeitava estar ali comigo", queria saber o que ele realmente sentia 
Ele  continuou:

_Voce  não entende... tive de levar três  tiros pra conhecer ha única pessoa com quem já me senti a vontade na vida, pra ser eu mesmo... 
_Eu Nunca havia dormido com alguém antes, na mesma cama, e me sentido bem...   eu sempre as deixava dormindo e saia...  voce eu desejava ao meu lado...  e olha o que fiz?! 
_Agi como um maldito, babaca, imbecil...

      Eu me posicionara recostado na cabeceira da cama, e ele aos poucos buscou se aconchegar em mim...

     Sentia profundo amor por ele, suas palavras, selavam um pacto no meu coração, materializavam, tornava real um sentimento que antes só existia nas sensações entre nós.
Eu lhe disse:

_É só algo novo pra voce. 
Eu disse  alisando os cabelos do sargento...

_É só algo novo pra vc calma. 
Eu repeti, ele chorou intensamente sentia vergonha de chorar escondia o rosto e sufocava a lágrima, o abracei o acarinhava, ele aos poucos respirou com mais calma e dormiu em meu peitoral.

       Dali em diante ele passou a se esforça, ajudava com os curativos, 
Fazia reforço de matemática com meu primo, o ensinando.
      Ficava esperando que eu o acarinha-se, mas eu dizia que ele tinha de melhora primeiro. 

     A maior parte do tempo ele estava excitado acordei com ele tentando me beijar... era engraçado o esforço de seu cio, sorriamos. Ele passou a me acariciar mais, incluindo  minha rola 

_Rapais  olha que grandão, ele dizia todo machão. 
Cerca de mais de dois meses ele ficou comigo. 
Sempre nos amávamos, e ele se descobriu um beijoqueiro. Eu lhe fazia a barba e cortado o cabelo, ele estava feliz.
 
     Por  fim o dia chegou... e por mais que tal acontecimento fosse óbvio e inevitável, nada pode ser mais doloroso do que oque senti naqueles dias... 
     Era como retirar com minhas próprias mãos a sangue frio uma parte do meu próprio corpo!

_Bem Beltrano temos um plano pra te tirar daqui.!
Lhe falei, 
     Ele ficou surpreso, pela primeira vez a realidade, se chocava com o universo paralelo em que passamos viver.  mas ele apenas me olhava sem nada dizer. 
     
     Havia medo do reencontro com a realidade que ele pertencia, da qual fora arrancado, parecia  seculos, 

      Havia medo do rompimento com  aquelo novo homem que ele havia se permitido ser... na nossa realidade.
     Meus primos o chamavam de primo, as vezes até saia um "oh cunhado"!

       Na noite anterior ensaiávamos como ele sairia da casa como um dos socorristas que levariam minha tia "que estaria passando mal" pro pronto socorro.

_Voce só tem que entrar na ambulância, sem parecer doente,
entra com a mão se apoiando na maca, e se senta, 
Fora da comunidade trocará de lugar com a minha tia. 

     Depois do ensaio ele se deixou cair em cima de mim,
Estávamos sós, a minha tia, e meu primos, haviam ido embora.
Ele estava com as roupas de "socorrista",
Segurou minha cintura se apoiando em mim, instigou-me:

_ Voce acha que fiquei bonitão? - Falava acarinhando meus cabelos ruivos, minha barba.

_Sou mais vc de cana.  
Ele riu e disse:


_ ...de"traje policial"?! 

     Nossos caralhos já se sentiam através das calças. 2 membros latejando de desejo. 
     Sua língua invadiu minha boca como se me estuprasse...  havia urgência de me sentir, suas mãos desceu por minha bunda, seus dedos invadiram meu anus sem rodeios, me rasgando, gemi!

        Desnudei o peitoral dele quase instintivamente.
Ele rasgou a minha blusa em sua intensidade viril, pela  urgência, a intensidade do desejo de me amar. 

     Meus mamilos são rosados, tenho pele muito clara, delicada, sou muito branquinho, pele macia, pelos finos, perfumado...  
     Ele me mordia e me sugava os peitos ..
      
      O peitoral dele é mais rustico, musculoso, mais a certa sensibilidade, nos pelos fininhos e orvalhados por todo o peito, a pele morena, limpa, sem manchas, revelava um cara que mantinha  seus  cuidados...

     No encontro de nossos mamilos o êxtase, seus prazer escorria pelo meus corpo, seu suor, suas lambidas, chupões.. acariciávamos nossos membros com safadeza, não mais percebendo qual era o de quem, 
      Deitei de frango assado e seu pau entrou deslizando com o uso de nossas salivas, e sua lubrificação natural , que era ótima.
     Deslizou suave  para dentro do meu anus... seu pau grosso, em formato de banana, levemente envergado para cima... 
     ...me estimulava a ponto de eu ter de segurar o orgasmo a cada investida,  nunca outro homem me preencheu assim, a cada  estocada dele...

     Estava enlouquecido de tesão, ele me fodia alternando  movimentos  demorados com estocadas fortes, e rápidas os intercalando, masturbava minha rola de modo bem safado com as mãos divididas entre meu pau, e meu peito. 
     Eu com as pernas o puxava mais pra dentro e mais...

     Quando ele foi  gozar me beijou na boca, mordendo meus lábios, 
Entrelaçou nossas mãos,  e fincando seu membro sexual, em formato de banana, inteiro, grosso, lá no fundo das minhas entranhas... 
     Me beijando e  quando graniu e hurrou , eu tapeilhe a boca, para sufocar o som,  enquanto seu sêmen  se acumulava com jatadas fortes, e quentes dentro de mim, 
  
    Com aquele pau esporrando com pressão dentro de mim, do meu anus,
     Nesse momento eu gozei plenamnete, dando uma forte e continua ejaculada em seu corpo.. 

     Então  ele cochichou no meu ouvido com voz tarada: "Relaxa", 
Foi só então que relaxei a musculatura das minhas nádegas, e o sêmen  dele  escorreu de dentro de mim, ele estava trêmulo, e com olhos marejados  de prazer.

      Desceu a sua cabeça até a altura do meu membro sexual, e ainda tremendo, me mamou, lambia o meu sêmen que havia se espalhado em nossos abdômens, 
     Começou a mamar, e mamava sem jeito, sem saber o que fazer, eu falava:

_Calma. .. no talento,

Mas ele endoidava mordia, e me  babava me mamando, ficamos de novo de pau duro, 
     Eu o abracei, nos beijavamos e instintivamente, trançamos nossas pernas, e ficamos fodendo caralho com caralho um tempinho, gemiamos, gozamos ... 

     Eu tomei banho e o banhei, dei-lhe remédios, fortes,  e vitaminas, para que relaxasse e descansasse bem, ele dormiu em meu peito.

     No outro dia pela manhã simulamos a movimentação de minha tia passar mau, avisei aos milicianos da vinda da ambulância, assim a ambulância pode encostar na porta de casa... 

     A  ambulância entrou na comunidade com 4 socorristas, saiu com 5, o numero excessivo de socorristas era pra ajudar a despistar, ajudando a confundir, algum "observador do trafico" .que podesse ser mais atento, 

   Três eram amigos de amigos enfermeiros homens, que possuíam tipo físico semelhantes ao dele, para ajudar a camufla melhor sua saída da casa, até o motorista ficou entrando e saindo da casa, falando alto, chamando a atenção pra ele, assim ajudou na distração... 
A ambulância seguiu dali direto para um hospital militar. 

     Após isso tive de prestar esclarecimentos, por umas 3 vezes, E  nos vimos apenas uma vez de perto, as outras  2 vezes,  foi de longe, havia autoridades, e inquérito, os parentes, os vi foi o dia que mais ele me olhou... eu sabia que não devia expor ele.

     Percebi o quanto ele era querido, a comoção foi geral,  foi avisado no batalhão que a   história não podia vazar, pois por um tempo continuamos a morar naquela comunidade...

     Acolhido pela família e inúmeros amigos, acredito que oque ele viveu ali se tornou uma realidade utópica,  uma lembrança doce demais para uma realidade militar.

Ele havia sido dado como morto, e não é fácil voltar a vida...

     Me mudei da comunidade com meus primos e tia, e só muito depois voltei a te-lo, mas isso é outra história .

terça-feira, 11 de maio de 2021

Philip

Golfinhos machos geralmente são bissexuais, mas eles passam por períodos
exclusivamente homossexuais.
As atividades homossexuais destes mamíferos incluem o sexo oral durante o qual um
golfinho estimula o outro com seu focinho.
Os machos também esfregam o pênis ereto contra o corpo de seu parceiro.

PHILIP

 Por  LGabriel Monteiro

       *Fernando se deu um tempo, de toda correria do seu dia a dia ao ser demitido do escritório
onde trabalhava,
Cansado das mesmas caras, conversas, e interesses mesquinhos,

       Eu o sugeri conhecer algum lugar novo,
       Ele nem gastaria tanto se fosse visitar algum parente ou amigo, e combinasse de ajudar nas
despesas ... mas ele nem isso quis… e foi viajar.

       Apenas o revi cerca de 1 ano depois, mais magro, diferente, com uma enorme gana de
viver, em alguns momentos ausente... quando indaguei das viziveis mudanças,  ele me feriu com um  olhar agudo, uma expressão no rosto que não consegui ler e disse:

_Phílip...

       O Destino estava havido por Fernando, e Fernando apressou-se a escolher um lugar… para
fazer o balanço de sua vida até ali... ele escolheu uma ilha para revigorar-se !

       Depois de uma viagem de catamarã longa, sobe um tempo que se transformou diversas
vezes durante o trajeto, ele desembarcou com o seu contato, e endereço mas mãos. 

       A tenção logo se diluiu quando um garoto correu até ele perguntando lhe o nome, após
confirmado, acenou para um Sr que veio ao seu encontro, o levando a  casa de temporada
mobiliada que ele havia alugado.

       Agora já acomodado em uma casa, após uma noite de sono, foi ambientar-se.

       No primeiro dia que foi a praia o viu passar .
       Eram os primeiros raios de sol, Fernando um pouco acima do peso costumeiro, queria
exercitar-se,

       Quando vinha correndo na praia um rapais, naquele momento Fernando já cansado de se
exercitar estava sentado em um recanto próximo do mar...

       ...o rapais de baixa estatura, short, sem camiseta, era branquinho rosado, pelos ralos,
ruivinhos quase  penugens orvalhados por todo o corpo de igual maneira, os peitos um
pouco volumosos... corria de boné.

       Fernando o acompanhou com os olhos, o corredor percebendo o fitou, passou por perto.
       Viu os olhos esverdeados de Fernando lhe escorrendo pelo corpo, sorriu, seguiu caminho,
       Mas fez joinha com a mão, lá da curva mais a frente virou todo o corpo e olhou... Fernando ainda o
acompanhava com os olhos... 

        ... Phílip começou a correr  de   costas e acenou com os dois braços pro Fernando, que chegou a ficar em dúvidas se este acenava pra  ele. 

       O rapaz acenou fez gestos de depois, e de estou de olho...
Nando  riu,  e olhou ao seu redor, estava deserto, só podia ser pra ele.

       Fernando tinha 38 anos, era advogado, viveu um relacionamento com um parente
(consaguinio) masculino por muitos anos, desde antes da faculdade, 
       Foi descoberto pela  família, o companheiro não suportou a pressão e o deixou,  a família  o abortou.

       Só uma tia e uma prima lhe eram amigas, Seu pai e mãe Evangélicos tradicionais,  não lhe viam ou lhe
falavam a alguns anos...
 ...os dois   lados tinham feridas expostas!

       Fernando era   moreno  claro, possuía pelos ralos só no peito pernas e braços, seu pacote,
o volume do pênis, era de tamanho discreto, mas podia se deslumbrar com o desenho perfeito de sua chapeleta do pênis é evidente, usava na sunga preta,

       Era depilado... jeito de macho namorador, comunicativo, charmoso,

       Chamava atenção, mas preferia ser discreto,

       Era alto, de ombros um tanto largos, mas não aparentavam pois eram caídos,

       Seu olhar de cor esverdeada, eram normalmente vívidos, mas ganhavam uma expressão
de embriaguez quando interessado sexualmente em alguém.

       Ele aproveitára o período sabático a que se impôs pra experimentar o uso de barba, mas as vezes o incomodava.

       Lá pelas 9 horas da manhã, vem O Rapaz, o corredor de novo, Agora caminhava, 
       Se distraia com tudo a sua volta, seu caminhar era engraçado paços curtos, e altos, parecia andar marchando, era isso ou andar chutando,

       Camiseta nas mãos, expressão de cansado no rosto, suava.

       Fernando estava nos aparelhos que ficavam na areia da pria debaixo de umas árvores aonde havia se exercitado antes, 

       Fernando o olhou voltando e disse:

_E assim que vai ficar de olho em mim? 

       Philip procurou de onde vinha o som, daquela linda voz.
Achou Fernando e o encarando sorriu,

       Fernando lembrou da figura de um panda... Philip riu meio tímido, e disse:

_ não, pode deixar que vou ficar mais atento... mas eu estou de olho... Falou fazendo o
gesto.

       Fernando foi em sua direção e apertou-lhe a mão, era macia, muito leve, usava algum tipo de creme perfumado, que também  exalava de todo o corpo de Philip.

       Fernando por impulso a envolveu com a outra mão, sentiu tenção nele, até um passinho atrás, em seguida outro pra frente.

       Philip olhava o rosto de Fernando que sorria de modo carinhoso, embora um tanto
cômico do moço, que era mais baixo que ele,

       Agora de perto Fernando o percebeu bem robusto entroncadinho de ombros médio.

_Vc não é daqui é?
Perguntou o moço Philip.

_ Não, não sou, e vc quem é?
Perguntou Fernando, se movendo em direção a banquinhos próximos.

Philip disse:
_ moro do outro lado da ilha… mas pode me chamar de... Philip

       Nisso Fernando olha pra trás para ouvi-lo, e falando mais alto pra compensar a distância,
parou e disse:

_ vem sentar parece cansado.
_Posso te chamar de Phil ?

Phil ajeitando o boné, o olhava querendo se animar, disse:

_Phil, sim ficou interessante…
Phil gostara do som, da nobreza de seu novo apelido.

_E o Sr, é ? 
Devolveu Phil

_Fernando… respondeu, notando que Phil alternava leves momentos de inquietude e até ansiedade, com momentos de atenção total, e total calmaria.

_Fê não …caculou Phil fechando um dos olhos Nando… tá bom?!

       Nando achava graça, no jeito de Phil gesticular pra falar,
Muitas vezes completando as frases com gestos,

       Nando disse a ele que estava ali para desestressar, que havia alugado uma casa de temporada
por ali, e um ou outro detalhe.

       Phílip se empolgou todo com a ideia de ser seu guia pela ilha, fazia gestos largos e se
levantava pra falar,

       Fernando não conseguia conter o riso com seu jeito, e histórias. ficaram juntos passeando
sem perceberem…

       Foi só depois do almoço que Fernando passou a fitá-lo novamente com aquele primeiro
olhar de desejo masculino, com que  olhou inicialmente pra Phílip...

Chegaram a um lugar, um recanto com árvores que projetavam sombras, em uma pequena piscininha natural, um pequeno riacho que corria pro mar.

      Mas antes formava uma pequenas piscinas de água doce, 

       Ali Philip entrou na água não era fria:

_ vem, cê não veio relaxar?! Oferecendo a mão para trazê-lo a pequena piscina.

       Nando olhando com tesão as coxas de Phil que eram deliciosamente  grossas e torneadas,

       Phílip ficava meio sem saber como reagir ao perceber o iminente, assédio de Nando à ele...

       Phílip sentou-se,  de mãos dadas a Fernando se sentou na feirinha da piscina natural.
       Fernando passou a sua frente uns 2 passos, se sentando logo abaixo de Phil, encostou-se em suas pernas, alisou suas coxas, as apertando, 

       Fernando havia sentado mais embaixo a frente de Phil, e encostau sua cabeça  no  abdômen de Phil, estando parte do  tronco de Fernando, entre as  pernas de Phil, 
E parte do corpo dos dois na água.

       Segurou Phil com seus braços firmes, lhe puxando a cabeça pára baixo ao encontro de sua cabeça, assim  o beijou,

       Phílip corou como um adolescente, arrepiou como um adolescente, o coração desparou como de um adolescente!

       Nando olhava-o como se estive-se completamente embriagado, na força dessa paixão, o puxou trazendo ele para seu lado, sobre seu peito.

       Entrando assim sem perceberem em mais uma das fazes que os levaria pelo caminho onde
vemos tudo que os tornaram  um !

_Cadê o carinha descolado que passou e mexeu comigo na praia?
Perguntou Fernando colocando a mão em sua cabeça, bolindo em seu boné.

       Phílip segurou o boné e disse:

_ é... descobriu... eu só me faço de descolado...

       E levantando o olhar que estava para baixo completou:

_ ... tem muito tempo que não tenho ninguém... assim... pra amar.

       Fernando de modo seguro insistiu, mexendo no boné, balbuciou:

_Deixa eu te ver..
 
       Phílip cedeu o deixando retirar o boné, que Fernando pós em um galho próximo.
       Seu cabelo estava ralinho e só um pouco crescido, era de um loiro mate, muito escorrido. Fernando o acarinhava e beijava sua cabeça.

       Fernando deslizou as mãos sobre seus baços russinho, os pelos arrepiando se, levantou a cabeça dele com as mãos, olhou ele nos olhos...

_E por quê vc não se deixou amar?
Perguntou Fernando.

       Phil com a voz levemente trêmula respondeu:

_ tem gente que machuca a gente... não sabe amar...

       Fernando deitou-se se mantendo mais pra  debaixo dele na areia,

       Estavam na sombra, e Fernando estirou-se se espreguiçando, fazendo o volume de seu pau na sunga emergir de dentro d'água, o fez  olhando Phil, 
     
        Phil o olhava sem conseguir disfarçar, o tesão, o desejo que o dominava desde que viu Nando o olhando na praia.

       E muito atraente o moreno, não dava pra não notar a sua vara se avolumado sobe a sunga  desde que ele retirou a bermuda que havia  colocou por cima da sunga quando foram almoçar.

       Phílip sonhava acordado o olhando, Fernando o tirou da posição de lado em seu peito, o  virando , trouxe Phil o deitando de frente em seu peito, 
       Fernando o abraçou novamente, o aconchegando em seu corpo desnudo, Phílip o alisava com carinhos que se tornavam intensos.

       Fernando respirava se controlando, as mãos pequenas e carnudas de Phílip deslizavam pelo corpo de Fernando até o  pau, digno de se chamado de  Mastro ja rígido, latejando.

       Ele reagiu aos carinhos de Phílip fechando os olhos e sufocando seu próprio gemido… Só
ouviam o som do mar.

       O pênis de Nando era longo e não muito grosso, com uma chapeleta de cinema, avermelhada,
cor vinho,
 
       O cacete de Nando vibrava, Phílip acarinhava o pau dele. e com a outra mão e seus labios  acarinhavam os mamilos dos
peitos de Nando

       Philip subia e buscava havido e desajeitado os beijos molhados de Fernando.

       Fernando setiu o pau de Phílip o encochando, sarrando no seu membro, Fernando  guiado  pela intensidade continua e suave de Phil, tocou o pau dele, o acarinhou, o trazendo pra si...  era grosso, de tamanho médio, todo roliço e peludinho,

       Fernando o olhando, enquanto lambia, disse:

_ tem até franjinha... 
Phílip ria.

       Fernando o segurou forte nos braços, e olhando os lábios pequenos e carnudos beijou ele,

       O abraçando peito a peito sentiu que o coração de Philip disparou.
Fernando segurava sua cabeça por trás, e seu corpo com o outro braço,

       Philip procurou seu abraço… agarrando o abraço de Nando.
Pelo que pude perceber foi nesse exato momento de alegrias, carícias e entrega, que eles
confirmaram aquela primeira conexão que ocorreu na praia..

       Passaram a tarde ali se amando de pouco em pouco, até anoiteceram ali, mas antes do cair completo da noite saíram da água,

     E foram para baixo de  umas grandes árvores, de onde se podia ver um espetacular
por do sol .

       Ali se amavam entre períodos  de descanso, pôr toda a noite, 
O corpo de um procurava o do
outro como a repetição de uma necessidade natural, como fosse um desses hábitos que levamos anos repetindo, até se tornarem naturalmente  rotineiros.

       ...era um desses momentos que já nascem eternos, Desses momentos em que de alguma
forma sabemos que estamos vivendo algo único, importante para a nossa história.

       Nando sentou-se encostado em uma rocha, Phíl completamente  Nú, deitado proximo  o olhava em pleno Cio pelo amante, 

       Phil  levantou se, e foi se sentar sobre as penas de Fernando, no volume do  moreno  no meio de suas pernas, todo iluminado por aquela lua .
      
       Da  sunga de Fernando emanava um cheiro deliciosamente indescritível de macho... Aqueles odores e sensações não os permitiam se desligar...

       Devagar, com carinhos e aos poucos Nando foi conduzindo Phil   a insanidade do tesão passivo, o lambendo, com o calor de sua  boca nas orelhas dele, o pegando dominando , o sarro com a pica rochosa presa  casando da sunga em sua pele... O possuindo, sendo instigado por Phíl ..

       ....aos poucos  o  longo pênis de Nando estava dentro de seu
urso Phil, todo para dentro das nádegas de Phil… que  sentia aquele mastro com um
êxtase que nunca havia experimentado com nenhum outro Homem.

       Nando o abraçava e beijava na boca dele, de lado, agarrava seus peitos volumosos  acaricianduos, o mordiscava beijava Phíl sorria em estase, e quicava rebolando no  pau de Nando,  gemendo...

_assim dói? 
Indagava Nando.

Dai mordiscava novamente...

_e assim?

       Os braços e pernas entrelaçados, Phil forçava sentir os ovos de Nando nós seus, e Nando
não retirava o pau de dentro de Phil...  
       ...Segurando Phil pelas nádegas só queria entrar e entrar nesse  macho, que o puxava , e o instigava pra dentro de suas nádegas, mais e mais!

       Phíl as vezes sentia tesão outras cócegas conforme o modo como Nando o tocava… porfim não tinham mas a percepção aonde um começava e o outro terminava…

       ... nisso Phil remexia-se inteiro com o caralho todo de Nando infiado dentro dele...
.
       Nando masturba os seios de Phil e agarrava seu pau percebendo que quando envergava o pau de Phil prós lados, esse rebolava instado de prazer.

       Phil teve seu primeiro orgasmo com Nando assim... sem aguentar mais todo o tesão que  Nando lhe causava, rendeu-se de frango assado, sendo beijado e fodido por 
       Nando, que o fodeu e fodeu!
Phil era muito apertadinho e gozou fartamente em Nando sendo estocado,

       Nando forte o puxava com os braços pro seu pau...o beijando e    lambendo seu rosto, e peitos,

       Nando por fim entregou todo seu prazer ao corpo de Phil… se
prendeu o corpo de Phil pela
cintura, derramou-se dentro dele com um fortes gemidos... 

       Desmaiaram sem forças, no ninho que haviam feito com as roupas e folhas...

       Fernando se banhava quando Philip acordou lá pelas 6... acordou como  meio bêbado, cambaleou, deu um pulo,

       Muito nervoso, ficava ainda mais parecido a um urso panda, foi na água abraçou Nando, deitado rapidamente a cabeça em seu ombro.
       Fernando tentava em vam explicar que não o quis acordar, mais que ficou ali pra tomar conta dele.

 Philip dava lhes   beijos e dizia:

_devem estar me procurando, devem estar muito preocupados... já que não morri vão me
matar…

       Nando o reconduziu a se banha no mar, ele não queria, Nando o lavava,

_que isso rapaz, não surte!

       E Phil meio que se deixava nas mãos habeis de Nando mais se repetia:

_devem estar me procurando, devem estar muito preocupados... já que não morri vão m ematar…

_Quem .. o que? Perguntava Nando aturdido.

       Jã ia ele andando para um lado depois voltou-se a caminhar para o outro lado... Nando o
fitava parado.

_vem !! disse Phíl, olhando Nando só com um olho um pouco aberto… por causa do sol, Nando havia ficado momentâneamente sem ação, então  Phil pegou pelo braço de pelos negros, e o carregou pelo .

_Deixei meu quarto fechado, me ajuda a subir sem ninguém ver... ai fingimos ter acordado se não estou frito...
       Nado Protestava dizia tudo ser sem sentido...

_São as regras lá da Dina Ester! Dizia Phíl:
_Ela é legal mais muito protetora.

_Quem é D Ester ? Sua Senhoria? Indagação Nando tentando entender 

_ ...fica queto e me ajuda a subir ,  Nando não podia deixar de se divertir  com tudo aquilo... 

       E  Phil o agarrado com as duas mãos em seu braço, pode pelos negros.

      Tentavam subir por uma escada pouco usada, quando uma senhora e um senhor os viram e iam começar a dizer alto :

_esta aqui ..chegou , mas Phílip fez sinal de calado, levantando as pernas e joelhos ao gesticular   "por favor",  os coroas riram, maneavam a cabeça...

_Lipinho onde estavam.. sua mãe não dormiu. Disse a senhora o examinado... 

     O senhor foi cumprimentando o Nando e dizendo:

_O Lip é terrível moço... sabe que os parentes se preocupam, mas... Lip os interrompeu beijando a face dos idosos, com chamegos, e dizendo: 

_vamos... Podem ir nao me dedurem, Jesus não gosta de dedos duros . Falava afastando os gentis  anciões dali .

       Subiram pela lateral, e entraram no quarto por uma varandinha.

       Dentro, o espaço de Philip era muito bem organizado, chamava a atenção um ateliê, ocupando um espaço dividido entre pinturas e esculturas, 

        Muito detalhadas as esculturas, quase todas inacabadas… as esculturas misturavam elementos visuais, 

       Fernando viu um anjo cujo a constituição física era de raízes, pedras, as azas de folhas…
 
       Pelo que entendeu mais tarde, ele produzia pra algumas lojas de decoração da família, além da venda na internet, em feiras.

       Ali em seu quarto havia uma grande banheira aonde tomaram banho e trocaram de roupa.
Nando se sentia sendo parte de uma fantasia, tão diferente de seu mundo, que se mostrava utópica.

       Parte do tempo Phil lhe lembrava uma infância de carinhosa com seu irmão casula, e primos, 

       Sendo que Phil lavou a do Nando e secou rápido, o interessante é que Nando nem percebeu  que sentiu se induzido a ajudá-lo a tomar banho, e acabou o namorando, 

       Beijos, perfume, viu que o creme em sua mão era bloqueador solar 70, o tomou nos braços se agarrou a ele na cama.

       O fodeu pau com pau se beijando, a linguá de Lip era uma delicia gordinha e curta.

       Por fim se mamaram, mas só Nando gozou, seu mastro  longo era quase todo engolido, 

       Mas Phil lambia mais a cabeça que era linda cor de vinho e babava-se toda,

       Nando gozou com Phil segurando o pau dele com as duas mãos e sugando forte a cabeça de seu pau,

       Por fim Phíl ficou na cama e aparentou pra  Nando que ele não estava bem.

_não liga é só uma tonteira... boba não nos alimentamos desde ontem. 

        Tomou uns remédios e foram pra mesa, quando se aproximavam uns rapazes falavam:

_não neguem viu ele...

_Falaram que viram sim… o viram com um homem moreno desconhecido pela manhã de ontem...

_Ha se ele estiver vivo eu mato ele.. 

       Lip se sentou de costas não o viram...  Tão envolvidos estavam na questão.

       Ele fez gesto pra o Fernando sentar-se,  Nando sentou-se dando-lhes bom dia.. assim o viram primeiro, Daí  Phil perguntou:

_ninguem fez requeijão, queijo ? 

       Todos ao ouvir falaram Perguntaram, reclamaram… protestaram...

_Sim este foi o meu sequestrador... Nado levantou a mão, e quis sorrir..

_Não, eu não  dormi fora de casa, só  cheguei tarde e  acompanhado apaguei...
 
       Fernando viu que eram barulhentos, Derrepente uma Senhorinha, muito bem vestida, veio pra mesa e só ficou olhando os 2, Fernando a apontava pra Lip...

_não Moço ele não liga não... ele está querendo me ver tendo um treco.

       Era russinha, poucas rugas, usava um chapéu bonito de sol, mesmo na varanda... Lip foi até ela:

_vc me ama, não pode ficar braba comigo... ela o olhava entre a mágoa e o carinho...

       Um pouco de cocegas, alguns agarrões e a senhora parou de falar braba com ele em alemão.

       Logo Nando estava ali todos os dias, os dias viraram semanas, e semanas meses.

       Ele era disputado pelas primas e primos de Lip. A uma ajudava pro vestibular a outro com o motor do carro, 

       Sempre estavam todos juntos afinal era um aglomerado de casas a maioria interligadas,  muito bem construídas, mas algumas eram anexadas entre si... 

       De vez em quando a tia Marcília a senhora que o viu chegando dizia:

_o rapaziada deixa os dois namorarem, o que vocês acham  que Nando  vio fazer aqui ver vcs suas inchiridas ? E ria, 

       Nando estranhava todos saberem de seu namoro com Phil, e todos os tratavam normal, em especial em vista da maioria serem evangélicos.

       Um dia a prima, e  melhor amiga de Phil, Dâmaris, na mesa tomando um café a noite com Nando Explicou o ponto de vista deles:

_… nós amamos ele, e temos de demonstrar isso, Jesus não disse que seus discípulos seriam reconhecidos por seus julgamentos, ou por exigir que outros vivessem como vivemos, 
_ Jesus  disse, que o amor seria a marca que identificadora dos verdadeiros seguidores Dele, 
Completou com lágrimas nos olhos:

_Amamos o primo Phil reconhecendo as boas qualidades dele, 
O que ele faz de sua vida pessoal, ou com  qualquer outra pessoa não foi nos dado direito por Deus de julgar ou intervir… _

_...se um dia alguém nos pede ajuda ou pergunta oque achamos, falamos a verdade que é algo que não podemos praticar, 
_Mais não achamos que  podemos executar julgamento em ninguém segundo nossa míope visão...
.
_...Jesus disse com o julgamento com que jugares sereis julgados, e medidos com a medida que medirem... Então primo se usarmos uma medida sem misericórdia, ou se nos tornamos carrascos de nosso próximo impondo aos outros “regras que escolhemos para nossas vidas”… perdemos a essência de ser cristãos, Estaríamos escolhendo para nos o mesmo tipo de julgamento nas mãos de Deus dado aos Fariseus.

       Nando ficou impressionado com a clareza da visão espiritual de Danaris, lamentando tão poucos Cristãos praticantes serem tão bem esclarecidos dos limites de seu papel.

       As vezes Phil dormia muito, certo dia ele pode notar a aflição da Dn Ester sua mãe ao tentar acordá-lo, 

       Pensou se tratar de ter sido apenas impressão dele, ou mesmo cuidados exagerados de uma mãe um pouco mais protetora.

       Naquela noite um grupo dos jovens se reuniram pra ir a praia.

_Phil você vai? Indagou Dn Ester já preocupada!

_vou mãe … vai estar um monte de gente. 
       Falou gesticulando, buscando apoio nos demais. Dâmaris sua prima mais achegada falou :

_Tia o Nando está indo pra lá, pra ficar com o Phil… Só assim dona Ester relaxou .

       A noite era de uma imensa lua cheia, todos riam, se divertiam, alguns até uivavam, bebiam, 

       Em dado momento Nando se afastou com Phil, queria namorá-lo sem os olhares curiosos, ou a inteiração do grupo os bagunçando.

       Phil era meio tímido, só tomava banho de shorts, acabava ficando mais sensual, por causa dos modelos que usava,
       Mesmo forrados com uma sunguinha interna, molhado o shorts  ficava  meio transparente, ou ressaltando ainda mais o seu volume peniano.

       Já Nando era prático e tradicional, em sua sunga, modelo box, de cor preta velada, daquelas que mesmo a luz do dia, se estando a poucos metros de distância não conseguimos perceber os volumes, ou algum desenho… 
       ...a não ser que ele ficasse de perfil, ai sim se desenhava os contornos do símbolo de sua sexualidade.

       O tecido do shorts de Phil tocava a pele de Nado o fazendo arrepiar, pois era fino mais muito sedoso,, com água a altura de seu peito, 

       Nando brincava de lutinha, com Phil, deixando que esse o domina-se… a água do mar estava mais funda pra Phil, que possuía estatura física menor do que a do Nando.

       Phil o segurava, abrancando-lhe por detrás… Nando mordiscava-lhe os braços… 
       ...Nando sentiu Phil afroixar o abraço, e mergulhar em seguida. Nando atribuiu instintivamente o mergulho, a uma reação as mordiscadas, então virou-se e mergulhou dizendo:

_A você não vai me fugir não. E foi tateando por ali próximo dentro da água, que estavam negras em virtude da noite avançada, mas iluminada pela lua cheia.

       Emergiu chamando por Phil:

_Olha a brincadeira Phil… já gritava seu nome neste 1ª instante, toda aquela percepção subconsciente que vinha acumulando, 
       Da superproteção da família de Phil… as peças do quebra cabeças emergiam   em seu consciente agora, na forma de uma ponta de desespero…

       Gritava aos primos acenando-lhes, logo viram pois não estavam muito distantes… no segundo mergulho encontrou o corpo de Phil quase inteiramente desmaiado, sendo empurrado pelas ondas em direção a praia…

       O Retirou do mar o socorreu, Phil vomitou água… os sons e coisas ditas pelas primas e primos alguns já em prantos, 
       O barulho da ambulância chegando, A expressão de vergonha nos olhos de Phil, tentando desesperado manter sua mão segurando o braço de Nando,
        Nais não conseguindo controlar a força das mãos,e soltando o braço de Nandi… Nando o segurava… o abraçando… repetia:

_Eu estou aqui… eu te amo.

     Tudo isso Nando lembrava confusamente como parte de um sonho ruim, enquanto cochilava na cadeira do quarto hospitalar, que Phil estava naquela manhã.

       Passou a conhecer o diagnostico de Phil, tumor não maligno, mas estava localizado em uma parte do cérebro que não era possível operar. Já haviam feito tratamentos, mais parece que o tumor voltará a crescer.

       Seu chão se rompeu, Nando já pensava em ficar raiz ali, aumentar a casinha de Phil, pois o terreno era um aglomerado de casas interligadas ou não. 
       Pensava em estruturar um escritório de advocacia,  ou abrir algum negócio usando a vocação local…

       Fernando lembrou dos outros relacionamentos que teve, incluindo as mulheres com quem se relacionou… pessoas que o usaram, e as que eles usou, 
       Relacionamentos sempre baseados nos mais diversos interesses, onde a lei das compensações governava sem exigir decência ou valores.

       Ali olhando Phil dormir, com sua aparência extremamente angelical, lembrando que ele nunca estava brabo, ou triste, nunca olhava ou tratava a ninguém como se fosse inferior a ele, 

       Era simplesmente puro de coração. A respiração de Nando se descompassava, e como nunca antes uma dor tão forte como só o verdadeiro  amor pode causar  lhe feriu, 

       Aquela dor estrangulando sua garganta, e colocando um gosto do mais puro fel em sua boca.

       Seus olhos faiscava em um misto de ódio, raiva e impotência… foi quando ele sentiu o toque suave das mãos gentis de Phil, quentes, o afagarem.

       Phil o fitava com um ar de cachorro que quebrou o vaso… Quando Phil percebeu seu estado disse:

_Não, não faz assim… com o toque de Phil, e sua voz segura Nando desabou, Phil o acolheu em seus braços...

       No período que se seguiu Nando o levou para longe da ilha, pois ele reclamava nunca ter conhecido nenhum lugar exceto aquela ilha..

       Dona Ester não se opôs. Ela amou e confiou em Fernando desde o primeiro dia...

       Nus, agora Nando que se refugiava em seus braços seu colo evitando pensar pra não sofrer. 

       Principalmente depois do amor... via aquele rapaz forte que não sentia pena de si, e que cuidava da família com extremo carinho, ter sua existência por um fio...

       Em cima dele deitados de frente o pau de Nando babava o seu, o cheiro de Nando era forte e envolvente, 
       Phílip mamava-lhe os peitos, com carícias com a língua em seus mamilos, os ovos (saco) de Phil eram maiores e Nando adorava os foder mamá-los, gozar ali...

       Phil gemia quando seus cacetes se tocavam, esfregavam, E a língua de Nando longa enchia sua boca como seu pau...

       Derrepente Nando o suspendia e seu pau  invadia o ânus de Phil, 
Phíl o abraçava firme e gemia alto o chamando de seu homem... 
       ...sua voz rouca e doce o embriagava como álcool , as vezes Nando parava a foda só pra tomar o leite de Phil era grosso e ferto... 
       ...depois voltava a fode-lo como uma fera, os dois em um cio que só os amantes insanos podem entender.

       Viajavam passaram algum tempo, e voltavam... Na casa de Dn Ester houve  compras pro bem estar  de Nando, de escova de dente a chinelos pro Nando, que vivia d indenização que tirou ao sair do escritório, e outros rendimentos.

       O verão se despedia, e o inverno fazia o Phil ficar bem queto quase amuado, 

       Viam filmes, nus debaixo do edredom, discutiam por que Phil não queria passar por exames e mais  médicos, pois já passara por isso...
       ... e amavam-se como pudessem os dois serem eternos naqueles momentos !

       Nando deslizava sobre aquela pele branquinha agora com pelos densos e raivudinhos, mamava as tetas avantajadas de Phil, 

       Phil se retorcia quando Nando invadia seu ânus com a língua sempre após o banho... 
       ...sua língua longa... mordia e chupava seu ânus e depois o fodia colocando todo o longo, inteiro, e o deixando rebolar naquela vara de jegue... 
       ...suados amados dormiam encaixados um no outro.

       O inverno estava forte mar revolto, e nebula.

       Certo dia, Phil acordou cedo, estava inquieto, suava um pouco, 
 
       Fernando percebeu mas mesmo assim saíram pra correr, sabia que Phil quando estava assim saia de qualquer maneira, 
       Assim o acompanhou como sempre. Na ilha o sol aparecia entre pesadas nuves, dando falsas esperanças,

       Phil correu um pouco e logo se cansou, encostou-se em  Nado, Nando o abraçou chuviscava nessa parte do caminho,

_quer voltar? Nando insistia..

_nunca voltei de uma caminhada, Falava Philip olhando ele apenas com um dos olhos, meio fechadinho...

_me ajuda ... não quero terminá-la com mais ninguém...

Os olhos de Fernando não continham os bagues de lágrimas que desciam por seu rosto como de uma criança, e olhava e via seu Phil, forte sorrindo... segurando em seu ombro...

_a hora que eu for_ ele falou, Nando estremeceu, fazendo um gesto com a face de não. Phil insistiu com um sorriso:

._quando eu for ... Nando ouviu Lip falar com voz tremula.. A chuva se intensificava.

_ eu vou ter vivido e amado sem arrependimentos... 
_ eu já fui enfermeiro, conheci pessoas que se foram sem conhecer de verdade o amor.... Phil demosnstava muito cansado sem ar...

_eu conheci você... e te amo ... .eu Deus como eu te amo... Phil colocava uma das mãos no peito e diminuiu a caminhada

_ eu te sinto aqui dentro .  Falou colocando uma das mãos de Nando em seu peito.

       Nando o abraçou ... A voz de Nando saia dilacerada como um franidos de um cão, enquanto dizia:

_não faz isso ... por favor Deus... _Vamos voltar...  sua família... chamar seu médico… falou tentava falar Nando, sabendo que Phil jamais faria isso...

_eu amo eles mais só quero estar com você nessa hora .. o segurou Phil a Fernando... e o trouxe ao local de seu primeiro encontro onde se amaram...

       Fernando ficou ali... aonde Phil Parou e chorava compulsivo, Phil alisava seu rosto, estava muito tonto...

_Acha que eu não queria ficar... mesmo? Mas eu já fui mais feliz do que qualquer homem pode ser... Falava agarrado no casaco de Nando.

       Phil se deitou em seu peito a chuva parou estavam deitados. 

       Fernando o beijava e abraçava-o fortemente como podesse mantelo ali com a força do seu querer ...

       Phil cantarolava uma música baixinho, como o som ingenuo, e tamborinava o ritmo da música com os dedos no peito de Fernando, a

        Aos poucos seus dedos pararam, e em seguida o som cessou, e um silêncio enlouquecedor invadia a alma de Nando… 
       ...acredito que aquilo  tivesse enlouquecido o Fernando que eu conhecia, tenso, orgulhoso, competitivo, egoísta! 

       Mais o Nando tocado por Phil, não poderia trair sentimentos tão puros, valores que se ressucitaram em sua alma, 

       Fernando o abraçou, e o ouvia dizer você está aqui dentro… não quero terminar essa caminhada com mais ninguém...

       E Fernando, o levantou, pôs seu copo nos braços e levou pra casa... uma forte tempestade caiu, sobre a ilha, e um frio vazio encheu todos... 

       O arrumaram , parecia um príncipe, todo de branco!

       Dona Ester havia sido evangélica mas se distanciou do local de adoração que costumava frequentar, quando um dos pastores e alguns membros da igreja começaram a olhar com desdem pro seu filho por ele ser homossexual, 

       Mesmo assim muitos mantiveram amizade com ela e com Philip, dando-lhes muito auxilio. Um pastor idoso que o segurou bebe no colo, e que por ele possuía verdadeiro amor paterno, fez seu discurso fúnebre.

       Sua mãe disse à Fernando que ele não devia enterrar sua vida ali em meio a lembranças... ela é uma mulher forte como o filho.

       Lhe disse que ele sempre teria uma família ali, que sempre será o tio Nando, que ensinou todos chamar Lip de Phil, e lhe deu a casinha dele... 

       Ele ficou com Ester uns dias depois partiu, incentivado por Ester, com o exemplo de Phil vivo em si, foii encontrar e reconstruir os laços com os seus…

O Final.

































quarta-feira, 26 de julho de 2017

Neythan Di Gabriel Monteiro / Italia



Neythan
Di Gabriel Monteiro

Possibilità di revisione, aggiunte, esclusioni.

Le farfalle ritornano sempre ... è la loro natura, alcune delle specie, sono nate lontane, vivono vite, nella loro vita, ma tornano sempre al loro vivaio, il loro luogo di nascita. In un certo senso molti di noi sono gli esseri umani, non importa quali meccanismi complessi che abbiamo costruito per adattarsi ad un ambiente sociale o familiare ... camminiamo molti modi e modi diversi nella nostra vita e quando meno aspettiamo la nostra natura più primaria Emerge al Conscious, facendoci ciò che siamo, non importa quanti strati di nuovi che abbiamo costruito intorno ad esso!

Non sono Neythan.
Neythan era intrappolato dentro di sé, posseduto 2, 3, 4 o tante personalità necessarie per coesistere con i suoi desideri, i propri sentimenti, i bisogni, i doveri imposti e i doveri che si aspettavano da lui.

Sono Lucas, l'amore che Neythan ha proibito di sentire, sono la sensazione, il desiderio di appartenenza che esisteva dentro di lui da un altro uomo, oggi lo capisco, più in passato quando ci siamo conosciuti, sono stato anche confuso, in un'altra profondità In modo meno evidente, sperimentando meno personalità ... ma anche bloccato nel mio mondo, nella mia cella, che oggi capisco, non è stata costruita da noi ... siamo nati lì e abbiamo seguito le regole e per adattarsi Nelle forme scelte per noi, in Deformato, diventano qualcosa tra, le nostre vocazioni, i doni e i desideri e il carattere che ci si aspetta.

Sono Lucas, per l'ironia del destino medico. Molto bianco dalla standard brasiliana, capelli rossi, ho molti capelli corti, alti, In quel momento di una religione chiusa, Neythan apparteneva alla stessa religione

Quando ti ho conosciuto? Quando ti ho vista per la prima volta?
Non ho davvero idea, so che ero ancora molto giovane, ed è come se fosse stata tutta la mia vita da parte mia.
Come parente, un amico, qualcuno che fa parte della tua identità.

Anche se è molto chiaro, definito per me la presenza dell'attrazione omosessuale nella personalità di Neythan, è possibile che sia stato bisessuale per la natura, dal momento che mostrava interesse per il sesso opposto quando era vicino ai suoi amici eterosessuali sessuali. Anche se ci sono omosessuali che persino si sposano, anche sostenendo di non avere vera attrazione per le donne ... Le poche relazioni di relazioni o incontri che ho sentito su Neythan con il sesso opposto hanno implicato storie confuse e male risolte ... più è comune tra i bisessuali .

Essere bisessuali spiegherebbe la sua insistenza sulla religione, molti bisessuali si sentono socialmente più comodi facendo finta di essere solo eterosessuali, quindi sono socialmente comodi e sono accettati, spesso optando per una doppia vita, di volta in volta, quando si sentono nuovamente l'attrazione omosessuale.

Neythan, non posso definire il suo colore, era bianco, ma non era né arancione né rosa, capelli e occhi color miele, era corpulento, sempre in lotta per controllare il suo peso ... era estremamente affascinante, la sua comunicazione non verbale, Molto efficiente ... anche se con nome tedesco, la sua vera origine era italiana, il suo cognome è classificato come essere toponímico, perché la sua origine è geografica.

Neythan, con cosce spesse come pilastri di un tempio, sempre suscitati sessualmente, con il volume penile nella mosca evidenziata ... espressione del corpo e del volto del cacciatore ... a volte contrastata con il vortice dei sentimenti che ha mantenuto, era strano perché solo lui Provocato, era addicted per sedurre ... e lo ha fatto con la precisione di un'aquila.

Pettorale con la camicia sociale aperta, l'invito per un vino dopo l'adorazione religiosa, nella strada deserta della casa dove stava vivendo ... la scoperta che il desiderio di stare tra di loro può essere più grande di qualsiasi convenzione, o l'identità Che ci è stato imposto!

Quando gli occhi toccano più forti degli abbracci e il calore dell'altro corpo emana e catturi le loro emanazioni come un'antenna le immagini ... Quando non nascondiamo più le nostre intenzioni più intime, quando il travestimento cessa di avere senso ... c'erano Incontri e disaccordi in quei momenti tra me e lui ...

Fino al giorno delle scale.
Sono andato a svegliarlo presto, come abbiamo combinato, per fare un lavoro insieme ... sono entrato nella casa dei suoi parenti e affittuari che, quando mi hanno lasciato, mi hanno detto di andare nella sua stanza che era la parte ... come Mi avvicinai a sdraiarsi, la finestra della camera da letto dove visse era aperta,
Neythan era il tipo di uomo meticoloso che controllava ogni dettaglio di quello che dovresti vedere e capire ... quella finestra "mai" era aperta ... questo era il commento di uno dei parenti affittuari, osservando da lontano che la finestra era aperta ... "Deve essere sveglio, perché quella finestra non è mai aperta al mattino!"

Mi avvicinai e lì mi fermai accanto alla jamela, sapevo che voleva essere osservato, gli affittuari partirono immediatamente per le loro opere. Senza camicia, assimilò la mia presenza, passò un po 'di tempo per assicurarsi che non tornassero ... si spostò sul letto, brulicante, di media altezza, gemette un nome maschile come se fosse cazzo ... stava dormendo solo Come sto in quel momento che scrivo ...

Mi ha assicurato, sicuramente ha eliminato tutte le domande che avevo su quello che gli piaceva. Dopo qualche istante la fece svegliarsi e andò a fare una doccia nella casa dei suoi parenti affittati ... lasciò la porta della porta aperta e teneva il dialogo con me, tenendomi vicino alla porta ... lo vidi Nuda sul lato, quasi camminavo dentro ... ero già molto eccitato fisicamente, con il mio volume che segnava i pantaloni dei pantaloni sociali ...

... uscì dal bagno, pantaloni con bretelle, petto nudo, eravamo molto vicino, sentì la mia erezione nella sua coscia mentre mi passava verso una scala che portò ad un ampio balcone al primo piano della Casa di Parenti del locatario, si fermò su un terzo dei gradini ... mi aspettava e mi ha offerto aiuto per salire sulla scala, questo è stato completamente inutile, mi ha toccato il braccio, l'ho baciato, per prima cosa traendo i pantaloni Al mio corpo, e lo sentii colpire con la forza delle mie braccia.

Non so come ci siamo alzati sul portico ... so solo per la prima volta su quel pavimento in ceramica, quella sensazione di appartenere al corpo di un altro ... quando non si può razionalmente definire dove si inizia e finisce l'altro ...
Neythan aveva pochi capelli corti, con solo piume sul petto, le braccia, ero più furrier, era forte, ma l'ho dominato, lo sono entrato, l'ho penetrato in vari modi, mentre ha delirato con piacere ... quando sono tornato , Abbiamo baciato, abbiamo leccato, leccammo, e abbiamo alternato tra posizioni passive e attive ... il suo pene era grosso, anche il mio è ...

Quando uno di noi si è dato prima alla fatica, l'altro ha accettato la richiesta e si è riposato tra carezze, piccoli morsi e baci, che ci hanno portato presto alla ripresa dell'attività sessuale, siamo andati all'esaurimento dei nostri corpi ... era Già nel pomeriggio, quando si addormentava come un bambino tra le mie braccia, il vento sottile ondeggiava i suoi sottili fili di capelli leggeri ...

Sentii che si svegliò, cercò di continuare senza movimento a finta di dormire ... forse voleva evitare il mio sguardo, dopo tutto questo, forse non era la stessa personalità che era lì vicino al mio corpo, forse era un Personalità più conveniente la doppia vita che Lui, e ora anche io vivo

Il controllo di fatto era inevitabile, si alzò in cerca di un orologio immaginario sul suo polso, evitava di vedermi nudo, "devo andare là" ... mi sono alzato, mi ha evitato mentre ha regolato i suoi vestiti, sono andato da lui , Lo tenevo stretta, balbettò qualcosa come "ora non dà, o qualcuno può raggiungere" ... ho tenuto il suo volto con una seria espressione e lo ha costretto a baciarmi ... le sue mani sul petto, Mi ha tirato via ... Lo guardai fermamente, "non farai questo a me!" Ho detto, mi sono sentito scuotendo dentro ... mi ha lasciato lì, e corse fuori dalla casa.

Il controllo del fatto era inevitabile, si alzò in cerca di un orologio immaginario sul suo polso, evitava di vedermi nudo, "devo andare là" ... mi sono alzato, ho evitato mentre ho regolato i suoi vestiti, sono andato da lui, L'ho tenuto stretto, ha balbettato qualcosa come "ora non dà, o qualcuno può raggiungere" ... ho tenuto il suo volto con una espressione seria e mi ha costretto a baciarmi ... le sue mani sul mio torace mi hanno tirato Lontano, mi ha lasciato lì e ha lasciato la casa in fretta.

In qualche modo penso di stare lì per molti, molti anni, aspettandolo che si fermi in mezzo alle scale, o tornassi, mi baciami o mi abbracci, a volte quando penso, lo vedo a Meno guardando indietro ...

Ma la vita va in una direzione unica che costruiamo con le nostre scelte ... prima di quel giorno, eravamo datati molto, oggi so che stava datando, siamo andati al centro commerciale, siamo rimasti fino a tardi al bar, dove il nostro Le anime toccarono ... più di quella persona Non era la persona che "voleva essere", più di quanto egli desiderasse di adattarsi, di far parte di quell'intero sistema religioso ... e di creare meccanismi per sopravvivere lì ... e che Distorce chiunque ...

L'immagine di lui mi causa ancora una commozione un'emozione molto forte, perché ho seguito molto lungo questo stesso cammino di lui, per essere quello che altri aspettavano da me, che ha dato gioia, orgoglio a tutto questo sistema, quella cultura che proiettò con amore il mio carcere cellula.

Neythan per me, rimane in un passato che mi ricordo bene, che contiene le esperienze che mi hanno portato a scegliere di vivere il mio sé più primario, non posso dimenticare o disprezzare qualcuno in cui ho visto l'anima mia riflessa.

Tuttavia credo che al massimo sia oggi per Neythan, come una foto molto vecchia, il cui carattere è cancellato, e non ci interroghiamo o possiamo ricordare chi era ... in uno scenario in cui avevo importanza nel passato di Neythan, sarei un fantasma senza volto o un'identità che riflette solo una parte di lui e la sua vita passata, che preferisce mantenere nell'oblio, è sepolta.

Certamente attraversiamo gli stessi confronti, i timori e anche i terrori interni.
Ha davvero trovato la sua strada?
Potrebbe forse essere in grado di modellarsi secondo i suoi obiettivi?
Senza deformare il tuo personaggio, o con diverse personalità e doppie vite?
Lo spero!

Per un po 'di tempo dopo non l'ho visto ... gli ho scritto, penso che sia stato il mio errore, ho esposto una ferita nel suo petto che potrebbe essere, e credo che entrambi non ci sentiamo bene ...
Non mi parlò, lo incontrai socialmente nelle riunioni della nostra religione, gli ho parlato, gli ho chiesto, mi ha ignorato, mi ha guardato negli occhi con attenzione, come se fossi silenziata, né lui né io Erano pronti per le conseguenze delle risposte che abbiamo cercato ...

Ha passato più tempo e è andato a trovarmi a casa con alcuni amici in comune, per dirmi che sta per tornare in patria, alla sua famiglia, ha finito il corso che era venuto a fare ... mi ha detto che ho percepito La sua dolce emozione, era pieno di speranza negli occhi, aveva ragioni, era giovane, andava verso un altro riavvio ... Mi sentivo paura per lui, dopo tutto quello che l'amavo, come un amico, un partner, e tutto il resto che Avrebbe potuto essere stato!

So che Neythan riavvia la tua vita ad altre volte, anche molto giovane, Neythan era già bloccato in un ciclo di ricordi, malinconia di nostalgia, vecchia dentro, portando tante vite ... molto di più dei ricordi di quello che ha vissuto, ho visto Nel suo sguardo sempre appassionato, i ricordi dell'immaginazione, tutto quello che avrebbe potuto vivere!

"Anche se questo può riflettere la realtà di molti giovani religiosi che si trovano di fronte a scoperte della loro omosessualità o bisessualità durante la costruzione delle loro indenze, qualsiasi rassomiglianza a una storia che saprai sarà solo, solo una coincidenza!

Neythan

Neythan / English version

Neythan By Gabriel Monteiro Possibility of Revision, additions, exclusions. Butterflies always come back ... it is their n...