Por: L Gabriel Monteiro
Aconteceu a alguns anos, na época eu era enfermeiro assim conseguia pagar minha faculdade de medicina e ganhar experiência no ambiente hospitalar,
Trabalhava em 2 hospitais privados do Rio de Janeiro, e cursava a faculdade particular a noite.
Época difícil ! Eu havia vindo do interior do Rio e alugado a pequena casa de uma tia materna em uma comunidade carioca, naqueles anos nem se havia pensado em pacificação das comunidades, e os confrontos sempre aconteciam entre policiais e a bandidagem.
Mas morar ali trazia vantagens, a proximidade com os hospitais onde trabalhava me facilitava muito a vida, se não seria impossível estudar e me manter.
Sou alto 1,80 bem ruivão , peludo, tipo urso, voz muito masculina meio rouco, não sou de falar muito.
Um dia chovia forte e quando mal acabei de por o pé em casa estourou um tiroteio, intenso,
A pequena casa onde morei é de 1° andar, Uma minima varandinha de entrada, com muro até a altura do peito, e grades na parte de cima,
A sala logo na entrada sem corredor, seguida por uma pequena cozinha, espaços separado por porta, anexada a cozinha uma e área de serviço com banheiro, um portão todo fechado de acesso ao beco dos fundos, e uma escada de acesso ao primeiro andar, esse era o térreo,
No primeiro andar, um quarto bem amplo com banheiro.
Naquele dia, chegando na comunidade, ouvindo os tiros e muitos gritos, estava encharcado da chuva que caia, deitei no chão da área de serviço que era um lugar mais seguro, dando acesso apenas para um beco aos fundos da casa onde não costumava haver movimento,
Eram muitos tiros de metralhadoras, e outras armas... a chuva diminuíra muito, pensei na paz da cidade de interior em que eu havia me criado, no cheiro do cuscus de milho da minha mãe.
Dai então ouvi um grito e após gemidos e chiados vindo da direção do portão dos fundos, de onde eu estava próximo,
A casa onde morei possuia a frente pra rua principal da comunidade, mas os fundos para um beco, me arrastei ate as frestas da área de serviço vi um policial, desses com colete, e touca, sangrando,
Ele falava no pelo rádio, avisava que era uma emboscada e dava a posição dos bandidos entocados que atiravam.
Após dar a posição deles foi desmaiando , antes de desmaiar informou que não havia sido visto, e que abateu o bandido que o feriu
Ele falava e quase desmaiava.
Eu tinha pouco tempo pra pensar e decidir, era agir ou não.
A chuva voltou com tudo, e isso foi providencial.
Em um impulso abri um pouco o portão de ferro e deixei que ele me visse deitado no chão, agachado me aproximei rápido do grandalhão e fiz gestos de ajuda-lo e silencio .
Nunca vou esquecer o olhar dele quando viu que eu iria ajuda-lo, parecia um menino machucado dando uma de durão,
Puxei pra dentro, tinha de agir muito rápido, pra não sermos apanhados, e antes que ele perdesse muito sangue,
O deixei deitado na pequena área de serviço, agora desmaiado, por alguns momentos.
O induzi ao desmaio com clorofórmio. Após fiz uma solução e joguei no chão la´fora para apagar qualquer rastro de sangue no chão, ouvia os tiros agora mais distantes um pouco
Tive de me preocupar com esse detalhe, porque se os bandidos vissem vestígios de sangue no meu portão, iriam querer saber de quem era, eu correria risco de vida!
Havia preparado a sala, e durante a madrugada operei o Policial,
Retirei 3 balas, uma da perna outras duas do ombro e braço, uma delas bem próxima a femoral, ele ficou bem ruim nos dias que seguiram .
Chamei meus 2 primos e minha tia e os avisei, eles me ajudaram muito.
Sabiam que se o descobrissem ali estávamos todos mortos, mas são de muita fibra, os traficantes não sabiam que eu era enfermeiro, saia e entrava da comunidade com roupas normais, nunca uniformes, e ninguém dali frequentava o tipo de hospital que trabalhava naquela época.
O subimos para o primeiro andar que eu havia preparado pra ele,
Peguei minhas férias em um dos hospitais que eu trabalhava, para cuidar melhor dele, só o deixava do meio dia as 20 horas. Eu sempre o higienizava (dava banho) e não raro ele ficava excitado mesmo sedado.
Tinha de manter certo grau de sedação, não podia correr o risco dele gemer e vizinhos ouvirem.
No 5º dia após a retirada das balas, e solturas, eu o banhava alisando sua pele com a buchinha, ele desnudo, eu havia comprado sungas pra ele, era como ele ficava na minha cama.
Ele acordou me olhou, com olhos abuticados, sem ação meio confuso, Dai lhe falei:
_Calma rapaz, falei fazendo gestos... Sabe onde esta?
Ele respondeu:
_"Lembro-me de algumas coisas".
Voz um tanto trêmulante.
Falei baixinho direcionado meu corpo em direção ao seu ouvido.
_Voce foi baleado e eu o puxei pra dentro lembra?
No começo ele estava confuso. Mas ele foi se lembrando e aos poucos eu lhe contei os detalhes:
_Os bandidos estão te procurando ainda, pois vazou na impressa sobre um policial que teria ficado preso no poder dos traficantes, ou morrido no tiroteio... eles estão revistando tudo que sai e entra daqui dessa comunidade... seu rosto está nos jornais.
Ele é moreno claro, cabelos castanhos e olhos cor de mel, pelos fininhos, curtos, contantes por todo o corpo, como os meus,
Um deus! Feições maculas mais muito suaves finas, rosto mais quadrado, meio narigudinho,
No tempo que se seguiu conversávamos, jogávamos, víamos filmes, o tempo lá fora parou, ele recebia meus cuidados naturalmente, percebi que ele anciava por meus cuidados... até que em dado momento enquando banhava ele, senti que ele fingia dormir.
Ao passo que eu o desnudei e passava o paninho nele, a respiração dele oxcilava, as vezes se retia... o calor emanava pulsando do corpo dele, e a respiração se tornou intensa, quase de um touro agitado, tentando se controlar.
O volume dele se revelava muito grosso embora de tamanho mediano, o alisei suavemente por cima da mala... e ele gemeu... não resistiu riu,
Eu lhe disse:
_Voce finge muito mal que dorme. - Ele riu era lindo de lábios pequenos, cor vigorosa, e olhar apaixonante, embreagado de tesão,
Ele falou:
_Assim não vale cuidando do seu paciente assim com todo esse carinho não tem quem resista, ao menos eu não redisto...
_Como pode ter certeza que é dessa fruta que eu gosto? Perguntei
Ele ria meio bobo, tímido tentando ser ousado, a maneira como você olha para mim...? disse ele.
Me ajeitei ao seu lado na borda cama, ele pós uma das mãos sobre meu peito, e disse:
_Eu sou forte...
E eu respirava agitado. Levantei um dos joelhos,
Dai ele disse:
_É, e aqueles dvds escondidos no armário que seu primo pegou pra eu me distrair deu umas dicas sobre voce.
Rimos.
_Entre o rei leão e o duro de matar, havia uns romances gays...
Minha mão já acariciava os pelos de sua virilha seu membro era vigoroso, pulsante, um pouco envergado igual banana mesmo,
Brinquei com seus mamilos, ele pouco podia se movimentar pois mesmo com analgésicos sentia dor... o excitava com toques leves ele forçava-me a ser mais voraz...
Eu sabia que ele não podia se esforça muito, pois ele havia sido baliado na perna do lado de dentro da coxa direita.
Mas ele me implorou! Com expressão de pre êxtase,
Seu penes babava, exalando um cheiro sexualmente enlouqueçedor.
E sua voz era inebriantemente grave, apaixonada, já deitado ao seu lado e o beijei.
O senti surpreso, sem saber como reagir... Sorri, lhe acariciei os mamilos e repeti, e quando ele me fitou os lábios, o beijo, dessa vez ele se entregou sentindo minha língua, fechou os olhos... sua mão forte e grande se entranhou no colchão, enquanto a outra agarrou me pela cabeça devorando meus beijos,chegou a morder...
Minha coxa lhe acarinhava o membro, ele gemia eu sentia sua barba no meu rosto e pescoço.
Eu beijava seu corpo, suas mãos muiito quentes, me levaram a seu pênis sem olhar (pois sua condição não permitia). Ele tentava encaixar na minha boca naquele caralho, babava, pulsava, e exalava seu cheiro incrível de Macho!
Vi que a cabeça do pau dele era enorme, e estava rochosa, o mamei intensamente, incansável. Succionava a cabeça de sua rola, e ele precionava minha cabeça por mais... descia até o fim do seu pé de jacarandá... E soltava pra respirar...
Ele latejava e espelia mais líquido lubrificante... eu lambia.
Ele gemia, por baixo dele fui acariciando-lhe o anus quase sem intenção meu dedo longo só fazia cócegas o senti sorrir se contorcento, e entrei um pouquinho e fiquei por ali com o dedo, apenas o circulando.
O senti rebolar de leve, muito de leve quase inconsciente. Com a outra mão masturbava seus peitos e mamilos... Com a boca o sugava com intensidade!
Fiz isso mais de 30 minutos, até que ele jorrou seu leite, o nectar dele dentro da minha boca.
Dai ele teve de olhar, misturou gemido de dor e prazer, e viu seu leite se derramar, pois eu estava chupando até o talo e tirando toda a rola dele da minha boca.
Ele pressionou pra que fincasse na minha boca até o talo e gozou mais de novo...
...o beijei com a boca cheia de sua porra, ele estremecia ainda, e se entregou. Me abraçou sorriu ofegante ficamos ali, ele dormiu.
Nos dias que correram ele ele começou reclamar da vida, e eu ria, porque ele era charmoso engraçado,
Toda hora me chamava e as vezes não sabia porque, resmungava baixinho pra eu não ouvir, por que eu demorava ou por que não ficava lá com ele.
Ele comia direitinho, só estava semi imobilizado de braço e perna, mas tomava os antibióticos via oral ficou no soro os primeiros e alimentação intravenosa só até o 5°/6° dias, eu trocava os curativos regularmente, ele estava sem infecções, meu primo vinha jogar com ele e entretelo no meu horário de faculdade.
Uma noite cheguei e o senti meio nervoso quase revoltado, me olhou ambíguo, inquieto.
Me chamou:
_Vem cá pó, vem cá porra! -
Falou ele, o fitei inespressivo sem reações. Ao me aproximar ele me agarrou forte e pressionou a mão no meu rosto Dizendo:
_Voce é minha bichinha, né?
_Gosta de ser meu viado, né?
Seu pau ficou a meia bomba e ele repetia que era macho, o repeli, segurando ele firme o mentive distante, e perguntei qual era o problema dele.
Ele agarrava minha mão fazendo-a tocar no seu pênis e dizia:
_Porra não é disso que gosta veadinho...
O empurrei forte.
E disse:
_Amigo voce tá confundindo as coisas...
Ele agarrou minha mão sobre seu pau meia bomba e repetiu com ar de superioridade:
_Vai lá sente um macho.
Eu lhe disse:
_Não sou nenhuma bichinha de estrada que acha o máximo quando sua laia os humilha pra não se sentirem viados!
E meti o dedo em seu ferimento do ombro ele urrou de dor, me soltando. Após joguei us analgésicos em cima dele,
E disse:
_Voce pediu isso.
Ele me olhava ressentido,
Com a voz querendo embargar, apontei-lhe o dedo
E lhe disse:
_... e não vou bancar um tipo que não sou pra que voce se sinta o macho hétero!
Voltei a dormir onde dormia no inicio ao lado da cama em um coxão.
Pela manhã saí, quando cheguei ele tava todo machucado havia tentado levantar e ir embora.
Ao velo debilitado ali caído meu coração doeu, me aproximei .
Lhe dizia:
_Calma.
E vi aquele olhar da primeira vez que o vi.
O suspendi com a ajuda do Igor meu primo a quem chamei,
Na cama ele evitou me olhar nos olhos.
Na verdade, ele me contou mais tarde que havia tentado se levantar, para ir embora, seu plano era se levantar, se disfarçar e fugir da comunidade.
No entanto se ele tivesse conseguido se vestir e sair na rua, sem duvidas teria sido capturado e morto, e causado a nossa morte também, pois acabaria por nos expor, e por lá bandidos não deixam vivo quem ajuda dessa forma a um policial.
Ao ficarmos só nós.
Ao ficarmos só nós.
Acarinhei seu rosto, a barba serrada, que crescia rápido... o olhar perdido...
Ele disse:
_Eu quero sair daqui... Havia culpa, remorso no tom da voz.
Eu respondi:
_...eu sei ...
Ele me fitou, dei de propósito a ele a impressão de que pensava que ele "rejeitava estar ali comigo", queria saber o que ele realmente sentia
Ele continuou:
_Voce não entende... tive de levar três tiros pra conhecer ha única pessoa com quem já me senti a vontade na vida, pra ser eu mesmo...
_Eu Nunca havia dormido com alguém antes, na mesma cama, e me sentido bem... eu sempre as deixava dormindo e saia... voce eu desejava ao meu lado... e olha o que fiz?!
_Agi como um maldito, babaca, imbecil...
Eu me posicionara recostado na cabeceira da cama, e ele aos poucos buscou se aconchegar em mim...
Sentia profundo amor por ele, suas palavras, selavam um pacto no meu coração, materializavam, tornava real um sentimento que antes só existia nas sensações entre nós.
Eu lhe disse:
Sentia profundo amor por ele, suas palavras, selavam um pacto no meu coração, materializavam, tornava real um sentimento que antes só existia nas sensações entre nós.
Eu lhe disse:
_É só algo novo pra voce.
Eu disse alisando os cabelos do sargento...
_É só algo novo pra vc calma.
Eu repeti, ele chorou intensamente sentia vergonha de chorar escondia o rosto e sufocava a lágrima, o abracei o acarinhava, ele aos poucos respirou com mais calma e dormiu em meu peitoral.
Dali em diante ele passou a se esforça, ajudava com os curativos,
Fazia reforço de matemática com meu primo, o ensinando.
Ficava esperando que eu o acarinha-se, mas eu dizia que ele tinha de melhora primeiro.
A maior parte do tempo ele estava excitado acordei com ele tentando me beijar... era engraçado o esforço de seu cio, sorriamos. Ele passou a me acariciar mais, incluindo minha rola
_Rapais olha que grandão, ele dizia todo machão.
Cerca de mais de dois meses ele ficou comigo.
Sempre nos amávamos, e ele se descobriu um beijoqueiro. Eu lhe fazia a barba e cortado o cabelo, ele estava feliz.
Sempre nos amávamos, e ele se descobriu um beijoqueiro. Eu lhe fazia a barba e cortado o cabelo, ele estava feliz.
Por fim o dia chegou... e por mais que tal acontecimento fosse óbvio e inevitável, nada pode ser mais doloroso do que oque senti naqueles dias...
Era como retirar com minhas próprias mãos a sangue frio uma parte do meu próprio corpo!
_Bem Beltrano temos um plano pra te tirar daqui.!
Lhe falei,
Ele ficou surpreso, pela primeira vez a realidade, se chocava com o universo paralelo em que passamos viver. mas ele apenas me olhava sem nada dizer.
Ele ficou surpreso, pela primeira vez a realidade, se chocava com o universo paralelo em que passamos viver. mas ele apenas me olhava sem nada dizer.
Havia medo do reencontro com a realidade que ele pertencia, da qual fora arrancado, parecia seculos,
Havia medo do rompimento com aquelo novo homem que ele havia se permitido ser... na nossa realidade.
Meus primos o chamavam de primo, as vezes até saia um "oh cunhado"!
Na noite anterior ensaiávamos como ele sairia da casa como um dos socorristas que levariam minha tia "que estaria passando mal" pro pronto socorro.
_Voce só tem que entrar na ambulância, sem parecer doente,
entra com a mão se apoiando na maca, e se senta,
entra com a mão se apoiando na maca, e se senta,
Fora da comunidade trocará de lugar com a minha tia.
Depois do ensaio ele se deixou cair em cima de mim,
Estávamos sós, a minha tia, e meu primos, haviam ido embora.
Ele estava com as roupas de "socorrista",
Segurou minha cintura se apoiando em mim, instigou-me:
_ Voce acha que fiquei bonitão? - Falava acarinhando meus cabelos ruivos, minha barba.
_Sou mais vc de cana.
Ele riu e disse:
_ ...de"traje policial"?!
Nossos caralhos já se sentiam através das calças. 2 membros latejando de desejo.
Sua língua invadiu minha boca como se me estuprasse... havia urgência de me sentir, suas mãos desceu por minha bunda, seus dedos invadiram meu anus sem rodeios, me rasgando, gemi!
Desnudei o peitoral dele quase instintivamente.
Ele rasgou a minha blusa em sua intensidade viril, pela urgência, a intensidade do desejo de me amar.
Meus mamilos são rosados, tenho pele muito clara, delicada, sou muito branquinho, pele macia, pelos finos, perfumado...
Ele me mordia e me sugava os peitos ..
O peitoral dele é mais rustico, musculoso, mais a certa sensibilidade, nos pelos fininhos e orvalhados por todo o peito, a pele morena, limpa, sem manchas, revelava um cara que mantinha seus cuidados...
No encontro de nossos mamilos o êxtase, seus prazer escorria pelo meus corpo, seu suor, suas lambidas, chupões.. acariciávamos nossos membros com safadeza, não mais percebendo qual era o de quem,
No encontro de nossos mamilos o êxtase, seus prazer escorria pelo meus corpo, seu suor, suas lambidas, chupões.. acariciávamos nossos membros com safadeza, não mais percebendo qual era o de quem,
Deitei de frango assado e seu pau entrou deslizando com o uso de nossas salivas, e sua lubrificação natural , que era ótima.
Deslizou suave para dentro do meu anus... seu pau grosso, em formato de banana, levemente envergado para cima...
...me estimulava a ponto de eu ter de segurar o orgasmo a cada investida, nunca outro homem me preencheu assim, a cada estocada dele...
Estava enlouquecido de tesão, ele me fodia alternando movimentos demorados com estocadas fortes, e rápidas os intercalando, masturbava minha rola de modo bem safado com as mãos divididas entre meu pau, e meu peito.
Eu com as pernas o puxava mais pra dentro e mais...
Quando ele foi gozar me beijou na boca, mordendo meus lábios,
Entrelaçou nossas mãos, e fincando seu membro sexual, em formato de banana, inteiro, grosso, lá no fundo das minhas entranhas...
Me beijando e quando graniu e hurrou , eu tapeilhe a boca, para sufocar o som, enquanto seu sêmen se acumulava com jatadas fortes, e quentes dentro de mim,
Com aquele pau esporrando com pressão dentro de mim, do meu anus,
Então ele cochichou no meu ouvido com voz tarada: "Relaxa",
Nesse momento eu gozei plenamnete, dando uma forte e continua ejaculada em seu corpo..
Foi só então que relaxei a musculatura das minhas nádegas, e o sêmen dele escorreu de dentro de mim, ele estava trêmulo, e com olhos marejados de prazer.
Desceu a sua cabeça até a altura do meu membro sexual, e ainda tremendo, me mamou, lambia o meu sêmen que havia se espalhado em nossos abdômens,
Começou a mamar, e mamava sem jeito, sem saber o que fazer, eu falava:
_Calma. .. no talento,
Mas ele endoidava mordia, e me babava me mamando, ficamos de novo de pau duro,
Eu o abracei, nos beijavamos e instintivamente, trançamos nossas pernas, e ficamos fodendo caralho com caralho um tempinho, gemiamos, gozamos ...
Eu tomei banho e o banhei, dei-lhe remédios, fortes, e vitaminas, para que relaxasse e descansasse bem, ele dormiu em meu peito.
No outro dia pela manhã simulamos a movimentação de minha tia passar mau, avisei aos milicianos da vinda da ambulância, assim a ambulância pode encostar na porta de casa...
A ambulância entrou na comunidade com 4 socorristas, saiu com 5, o numero excessivo de socorristas era pra ajudar a despistar, ajudando a confundir, algum "observador do trafico" .que podesse ser mais atento,
Três eram amigos de amigos enfermeiros homens, que possuíam tipo físico semelhantes ao dele, para ajudar a camufla melhor sua saída da casa, até o motorista ficou entrando e saindo da casa, falando alto, chamando a atenção pra ele, assim ajudou na distração...
A ambulância seguiu dali direto para um hospital militar.
Após isso tive de prestar esclarecimentos, por umas 3 vezes, E nos vimos apenas uma vez de perto, as outras 2 vezes, foi de longe, havia autoridades, e inquérito, os parentes, os vi foi o dia que mais ele me olhou... eu sabia que não devia expor ele.
Após isso tive de prestar esclarecimentos, por umas 3 vezes, E nos vimos apenas uma vez de perto, as outras 2 vezes, foi de longe, havia autoridades, e inquérito, os parentes, os vi foi o dia que mais ele me olhou... eu sabia que não devia expor ele.
Percebi o quanto ele era querido, a comoção foi geral, foi avisado no batalhão que a história não podia vazar, pois por um tempo continuamos a morar naquela comunidade...
Acolhido pela família e inúmeros amigos, acredito que oque ele viveu ali se tornou uma realidade utópica, uma lembrança doce demais para uma realidade militar.
Ele havia sido dado como morto, e não é fácil voltar a vida...
Acolhido pela família e inúmeros amigos, acredito que oque ele viveu ali se tornou uma realidade utópica, uma lembrança doce demais para uma realidade militar.
Ele havia sido dado como morto, e não é fácil voltar a vida...
Me mudei da comunidade com meus primos e tia, e só muito depois voltei a te-lo, mas isso é outra história .
