terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Pastor. (conto erótico)


                                                                     




                                                                             O Pastor.

Passaram-se alguns anos em que fiz  a viagem onde o conheci,  Lembro-me de quando subiu no ônibus em que eu viajava, magro mas largo de corpo, alto peludo, os fios negros e longos lhe escapavam  pela blusa  social, estava com uma calça de pano não social, que imitava jeans... eu estava em pé no meio do ônibus mexendo com os poucos passageiros ali, eles riam, seu olhar esbarrou no meu.  quando subia de olhar o meu corpo sorri, ele só fez um gesto de licença e sentou-se mais no fim do ônibus, parecia um cawboy 'italiano', pele sutilmente amorenada...
...a lembrança que mas me marca que me vem ao corpo , que me toma quando lembro dele ,  é como ele adorava deixar seu pênis duro dentro de mim mesmo enquanto dormia era longo, de grossura normal,  fodia-me a exastão e por fim (usando camisinha) deixava o pau duro ali e de vez em quando dava uma fincada... eu chegava a chorar de prazer...
Qual a minha surpresa quando entrando em uma agencia bancaria, no banco em que sou cliente, e vindo o gerente era o moço do ônibus... agora de terno cor grafite escuro, parecendo ainda mais alto, cabelo pro lado, fios finos e negros...  sua boca era grande, mas os lábios eram finos rosados... ele sorriu.  No aperto de mão mantivemos nossas mãos juntas, seu corpo adentrou no espaço do meu...   me conduzindo após  a cadeira... ao atender-me, olhava o relógio, mas não conseguia me despedir,  soube de onde eu vinha e o que fazia ali no nordeste do Brasil, por fim falei que nada conhecia e que só havia conhecido ele como amigo, falei essa palavra e o fitei, ele flertava  sorria,  disse que privilegio... meus olhos caiam nas diversas armadilhas de sua imagem, ele abria mais o palito e os contornos do seu peito definido se desenhavam na blusa,  tirou o palito e ofereceu-me um cafezinho, em pé  seu corpo mostrava toda a elegância que possuía,  eu estava embriagado por ele , como um alcoólatra que busca nas goladas o efeitos lascivo do álcool, a altura de sua barguilha seu pênis começou a desenhar-se na direção para baixo, se destacando um pouco mais que as pregas da calça... suas coxas eram grossas, e seu perfume suave me deixava louco, era de um amadeirado árabe, e eu sou descendente de árabes, todos os homens proximos com quem transei e a quem muito tinha os amado, usavam variações daquele cheiro...  estávamos protegidos dos olhares alheios por uma pequena parede ( biombos ).

Quando no ônibus, transei com um  senhor que viajava com a esposa e 2 filhos adolescentes, Transei com tal homem na poltrona atras da dele, o tal homem era evangélico, e gemeu como uma vadia  sentado de frente a mim no meu colo, com o meu  pênis dento dele, o cawboy italiano ouvira e em dado momento quando abri os olhos, pois o evangélico  contraia as nadegas poderosas, masturbando meu mastro dentro dele, me levando  quase a perda dos sentidos de tanto prazer, Bem  abrindo eu os olhos, o cawboy  italiano se levantara e ia ao banheiro, eu gozava dentro do evangélico,  e o evangelico na minha mão que o punhetava...  em estado peniano ocultado por um agasalho pois o ar condiconado do ônibus estava forte, aquele cawboy  participou do meu prazer...    Dormi e o cawboy  não havia saído do banheiro.

Conversa vai e vem, ele me falou  de uma dor nas costas, eu acabava de me forma em medicina, não na área  de ortopedia, mas  disse que podia ver...  ele falou que dar... uma olhada mesmo?... sorri, eu que havia  retirado o casaco, ao levantar  expus meu estado, meu pau e  muito grosso, eu estava de geans apertado, a blusa social branca que vestia não encobria  o volume exagerado da rola no meio das minhas pernas.... ele anunciou a uns companheiros de trabalho, que ia no descanso/reservado por que eu era médico, falou com naturalidade e empolgação de quem  consegue algo de que precisa de modo inesperado...
O segui, ele que havia colocado o blazer foi entrando no ambiente e tirando, aqui não há câmeras, me olhou penetrante ao dizer, eu me aproximei muito na minha olhando o que havia ao meu redor, armários, um banco longo estofado, umas 2 poltronas, ele vendo disse aqui trocamos de roupa e guardamos nossas coisas... ele trancou a porta , ouvi me virei e ele ja estava bem próximo de mim... onde é a dor? ele pegou meu  braço eu de frete pra ele e colocou na lateral do seu corpo,  deixei o casaco que levava cair... meu pau babava grosso latejante dentro do geans,  ele o olhou lambeu os lábios... juntei nossos corpos,  usava cavanhaque,  e comecei a beijar-lhe o pescoço, nuca, o sentia arrepiar eu sorria pra ele... coloquei a mão por dentro de sua calça seu pau varava  longo e bobo... o derrubei no banco  ali estendido, sua língua achou meus peitos e pelos , sua respiração  ofegava muito,  eu o molhava de suor ele me olhava alisava meus pelos loiros , enchia minha boca com sua saliva, olhava a porta as vezes...  engoliu meu pau quase inteiro... o mordeu o mamou  estava de calças baixas blusa aberta fizemos loucuras sem direção sem  rasão sem saber, ou querer parar...   parei a nos dois olhei ele .. aqui é seguro  mesmo, perguntei, ele disse sim, não se pode permanecer aqui por isso funcionários não vem, só em última... o beijei  bebia seu prazer o trouxe pra mim, o bicho era grande e magro no entanto forte,   quero fazer o que vc fez no ônibus.. disse, e  me posicionado no seu pau , setei, em sua vara longa, não era grosso... não sentir dor senti um macho extraordinario dentro das minhas carnes, estremeci...  ia ao talo e subia era longo e duro feito rocha,  me fudeu gostoso, se encostou na parede, e  o fiz me masturbar, ele desconcentrava do meu pau, pois eu contraia a bunda e o cu no seu caralho longo, e subindo e descendo, ou ficando suspenso e forçando ele me fuder de baixo pra cima...   ele  gozou , nunca havia sentindo um jato tão potente , tão dentro, deitou-se sem forças, segurei seu rosto olhos de aguia, e fudialhe a boca,  15 minutos depois dele gozei o orgasmo escorria  de sua boca ... ele só repetia ofegante isso é foda é foda, é gostoso demais... o beijei e ajudei a se arrumar, e saimos depois conversando alto...
No ônibus  ele havia ido ao banheiro e enfiado  um vidro de desodorante no ânus, e se masturbado com a nossa imagem...  visto eu tomar toda a porra daquele senhor evangélico , ouvido os poucos gemidos que o coroa não havia conseguido suprimir... visto o homem se levantar todo tremulo naquela madrugada... e ir fingir estar deitado em outra cadeira como dissera a mulher.
Outro dia, ele foi me visitar onde me instalei, Contei a ele do policial a quem havia ajudado, ele se emocionou muito com a história,  disse ser casado, eu o acarinhava, os cabelos negros, as sobrancelhas fartas feitas,  caminhamos em uma praia deserta, lanchamos na areia, tirei-lhe a bermuda ele estava de cueca, ovos lindos rosados e alaranjados, eu mamava-os ele ria-se das cócegas... eu estava de sunga grande, pau meia bomba , nos beijávamos, ele confessou que beijar pra ele era novo, pois os primos com quem mantivera relações até então se achavam machos,  do tipo que pensa que é menos viado, ou nem é se não beijar outro homem... eu o abraçava e mordiscava seus lábio, por natureza suas pernas longas de coxa grossas se abriam, vindo de encontro  a meu caralho, já duro e seivoso... o peguei de frango assado ele pediu com carinho "Doutor"...  só coloquei a bordinha de sua cueca de lado, e com vaselina pastosa entrei bem devagar ele suspirava e suava, e tentava acomodar meu pênis dentro dele , sem preceber que dava pequenas reboladas, vai dizia,vai, e depois me parava um pouquinho... ficamos assim mais de uma hora sem pressa, vimos anoitecer, o suspendi com meu pau dentro dele, o escorei em uma parede de rocha, ele me abraçava forte... eu o fodia com jeito fazendo o pau rebolar dentro dele,  ele gozou m mim e aquele gozo se espalhou em nossos corpos se misturando a nosso suor ... gozei dentro dele, ele retirou a  camisinha ai lambeu meu pênis...
Estavamos a quase 4 meses nisso, logo eu retornaria ao Rio, e não foi menos que por acaso que um dia ele esqueceu-se da carteira na casa que aluguei para aquela temporada... ai  tive de abri-la para poder encontrar pois uma de suas regras era nade de contatos por telefone... ele quando queria me ligava de algum orelhão, mas eu não tinha referências para ligar... na carteira um carteirinha de pastor, e um convite de igreja... lá fui entregar, pensei deixo lá, uma vez que não me ligou não deve achar que perdeu aqui...          as 19 cheguei e de frente no púlpito o vejo discursar terno preto velado fechado... era meu cawboy  italobrasileiro... fiquei discreto no fundo ele me viu enrubesceu , tonteou... disfarçou... sentei o ouvia... o sacava. Pude perceber ali que  o que ele vivia comigo     era uma realidade alternativa a sua, algo irreal a sua realidade, via sua expressão de dor medo, dissimuladas em suas técnicas de oratória, eu fiquei curioso de qual lado ia ganhar aquela luta, ele suava, ao me olhar era embebido de sentimentos   não existentes até então em sua vida... sentei de lado pro púlpito, ele abriu o blazer fazia o povo rir...  estava elegante, as pontas de seus cabelos tendiam a cachear... me lembrei de como eu segurava  ali enquanto sentava naquele mastro safado duro rochoso, segurava sua carteira ele viu , e percebi que isso o acalmou, pois viu o motivo de eu ter ido ali...  eu imitava as reações do  povo ali, mas quando ele disfarçava e me olhava eu o desnudava...  quando desceu subiu uma cantora... veio e sentou-se ao meu lado fazendo que não me conhecia, lhe falei já fui evangélico... falou a outros ali que eu era evangélico e os visitava,  quer conhecer o  edifício me perguntou? Sorria e ficava vermelho, eu estava de social, terno formal aberto... andou um pouco deixou ser visto, e logo depois me levou em um alojamento (quarto) para  missionário,  o agarrei ele pegou sua carteira... aqui não nossas cinturas juntas e paus se esfregando o beijei, as finas calças sociais  permitiam que sentíssemos o calor do mastro úmido de um e a macieis do  outro, o endurecimento, quando senti estava com as calças arriadas e um longo mastro vibrando a entrada do meu cú, virei de frente e cochichei  quero ver teu rosto me possuindo, entrou violento sem aviso e com  nossos cuspis esfregados em seu pau, gemi de frango em uma mesa, o puxei e bajava-o
seu pau forçava dentro de mim eu continha o gemido ele estovava forte e relaxava, estocava mais forte e mantinha , gozou em minutos me alisando todo, beijando  e dizendo vc de terno, vc de terno.... me mamou mamou  se concentrando  a boca na cabeça meu pau é grosso, e ele o masturbava mas a cabeça ele mamava, lâmbia... gozei em seu rosto, escorria o leite, ele ficou apreciando o que ficou no meu pau e voltou a mama-lo  ... ele lavou o rosto, ouviamos a música alta vinda lá de baixo...   nos beijamos e fudemos vara com vara, meu pau deslizava por cima do dele , o dele dava cabeçadas nos meu ovos, de vez em quando eu ou ele massageava os dois paus com uma das mãos, seu pau gozou agora no meu, e o meu nos pelos de sua virilha, fuder  assim me endoidava, gozamos agarrados, semi desnudos corpos colados ao máximo, boca comendo a do outro, naquele momento não podíamos dizer qual parte do corpo era a de quem, ele lavou o rosto passou perfume,  o arrumei e ele a mim e saímos, ele trancou a porta, agradeceu pela carteira... havia pensado ter sio roubado no centro sem perceber.
Conheci sua família, sua filhinha, esposa e mãe,  notei que a familia de sua esposa o desprezava por ser "só um gerente".  Eu voltei pro Rio dali a cerca de um mês, mas após esse  episódio ainda vivemos mais uns 4 anos juntos.

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